sexta-feira, 13 de março de 2015
ACÚSTICA DE AMBIENTES
O som em um ambiente vem diretamente da fonte (da boca da
pessoa, do auto falante) ou indiretamente pelas reflexões (tabelando) em
paredes, teto, piso e objetos presentes no local. São essas reflexões que dão
ao ouvinte a ideia de envolvimento sonoro, assim como, volume e enriquecimento
(criação de harmônicos ou acréscimos de frequências) no som.
Só com essa introdução, já dá para entender que, se o ambiente
for todo revestido com absorventes, não teremos reflexões e, consequentemente,
empobreceremos o som. Materiais absorventes, como carpetes, cortinas e outros
devem ser utilizados quando temos que corrigir algum excesso sonoro em uma ou
mais frequência. Além dos revestimentos, deve-se cuidar da forma do
ambiente para que não haja fechamentos
paralelos. Quando isso não for possível, pode-se corrigir com quadros, móveis,
mesas, etc.
Quando se constrói
um “Home Theater”, deve-se contar com a orientação de um arquiteto especialista
em Acústica Arquitetônica, pois, só assim, seu investimento no ambiente sonoro
valerá a pena. Esse especialista cuidará também para que sua “sala de som” seja
perfeitamente isolada dos outros ambientes contíguos, principalmente, aqueles
que não pertencem ao seu domínio, como vizinhos e confrontes.
É bom alertar que, materiais absorventes diminuem a intensidade
sonora no lugar em que são utilizados, mas não são capazes de isolar esse
ambiente de outros locais próximos. Infelizmente, por ignorância,
popularizou-se o uso de “caixa de ovos” e outros materiais absorventes como
isolantes. O material para ser isolante tem que ser “pesado”, maciço (não
poroso) e liso. É bom cuidar das aberturas (portas e janelas) para não permitirem
fugas pelas frestas, o som é a excitação do ar e acontece onde o ar consegue
passar.
Esperamos ter
colaborado na melhor definição do seu Home Theater. Quanto menos absorvente,
melhor performance do som e menor volume e consequente economia de energia!
quarta-feira, 4 de março de 2015
A PESSOA ESPECIAL É SEMPRE EXPLORADA EM NOME DA INCLUSÃO
Quando
um deficiente recebe do estado uma beneficie pode estar certo que não foi o
querer incluir essa pessoa nos segmentos sociais, mas sim juntar créditos para
a próxima eleição. A isenção de impostos no automóvel é bem exemplo quando se
obriga o deficiente a possuir um carro de 2a e não um de luxo ou com
opcionais que todos podem ter. Calçadas mal cuidadas com árvores seculares
ocupando o passeio, projetos de serviços telefônicos e adoção de praças e
logradouros sem pensar nos deficientes visuais, postes indicativos e
sinalizadores sem regras de colocação nos calçadões, etc.
Impostos
atingem de forma brutal equipamentos e serviços para deficientes tornando esse
comércio de “alto luxo”, bem diferente de outros países onde retiram os
impostos, não só da matéria prima, como também do manufaturado, quando são
feitos para utilização de pessoas com necessidades especiais. Num mundo
globalizado como o de hoje, ainda se pensa no deficiente como um fardo morto
para a sociedade carregar! Em qualquer parte do Planeta todos deficientes
produzem ganho para o governo e para a sociedade através de seus trabalhos que
são sempre primorosos e singulares pela própria vontade de construir, e bem,
tudo que lhe é permitido e que transcende sua deficiência.
Um
talher especial para deficiente chega a custar dez vezes mais que um
tradicional! Um pneu com a roda para uma cadeira de rodas atinge o preço de
R$3.500,00 (três mil e quinhentos reais), não é o par! Só para citar algo que
se desgasta e sofre reposição frequente.
Podemos
dizer que existem indústrias de peças especiais e seus respectivos impostos que
conspiram contra a independência ou viabilidade de vida dos deficientes.
Tornando possível a vida dos diferentes físicos e mentais muito se conseguiria,
em termos de equipamentos e serviços para a sociedade, e, impostos para o
governo. Infelizmente, a ignorância gritante dos nossos homens públicos é
terrível e é por isso que eles se entretém, em sua grande maioria, a roubar e
criar leis obtusas em prol de um viver fácil com o dinheiro do povo. O governo
incompetente tem que viver é de falcatruas e deslizes, pois não são capazes de
construir coisa alguma que puxe pelo saber e inteligência. A incapacidade
mental dos governantes os fazem ver nos deficientes a incapacidade que habita
os seus próprios corpos políticos cheios de perversidade, inveja e corrupção,
criando as dificuldades para gerar as facilidades que alimentam seu viver
vazio!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
GOVERNO PERVERSO
O petróleo
no mundo inteiro baixou de preço, inclusive isto tornou inviável a prospecção
do petróleo existente no pré-sal brasileiro, pois sua extração custa uma
fortuna. Esse fato também tornou mais difícil ainda a situação da Petrobrás,
pois com a queda do preço do barril de petróleo a recuperação financeira, após
o rombo nas contas da Petrobrás, devido a “incompetência e corrupção” dos seus
administradores, tornou-se ainda mais complicada.
Quando o
barril de petróleo cai de preço, no mundo todo, os derivados do petróleo também
diminuem seus custos e consequentemente, tornam-se mais baratos para o
consumidor final. No Brasil, no entanto, isso não é verdadeiro. Os custos
internos só sofrem influência do mercado internacional quando os preços sobem.
Então, sobem os cosméticos, a gasolina e todos os outros produtos derivados do
petróleo. No entanto, quando os preços caem no mercado internacional, nada
acontece com os custos no mercado interno. A gasolina não baixa e nem um dos
derivados do petróleo diminuem de valor.
Isso
significa que o cidadão brasileiro é quem custeia o governo. Os subsídios pagos
pelo povo nos momentos de superávit,
que não são direcionados aos consumidores, representam a cota de investimento
do povo brasileiro em seu país. Tudo bem, brasileiros ajudando o Brasil. No
entanto, essa ilusão de ajuda ao crescimento da nossa nação, afora os impostos
que são altíssimos, logo cessa ao se vivenciar os escândalos dos bilhões
subtraídos das instituições e indústrias estatais “pela má administração e
corrupção” dos seus diretores e “associados”.
Deixarmos de
ter uma diminuição nos insumos vindos do ouro negro quando o preço do mesmo cai
no mercado internacional, não é razoável, mas pode-se explicar sem justificar.
No entanto, a gasolina e outros subprodutos aumentarem de preço enquanto o
petróleo baixa, aí, já não é admissível, pois em decorrência desses aumentos
outros produtos, que dependem de transporte, também subirão de preço. Resultado
é o aumento da inflação e desmando da economia brasileira.
Os meios nem
sempre justificam os fins. Buscar superávit
nas contas do governo simplesmente aumentando preços e impostos, assim como,
economizando nas prestações de serviços públicos, tais quais educação, saúde,
transportes e segurança, é atirar no pé. Não do governo, mas no dos
trabalhadores brasileiros. Leve-se, ainda em conta, os aumentos dos proventos
dos políticos, os ganhos na contratação de serviços superfaturados e nenhum
corte nas despesas do governo e de seus correligionários.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
TECNOLOGIA VERSUS MEDICINA
Esse período de descanso deve sempre
acontecer com a finalidade de se ter uma
recuperação mais rápida do organismo do paciente que, queira ou não, sofreu uma
agressão durante o ato cirúrgico, por menor que tenha sido a intervenção. Essa
necessidade de repouso aponta para uma estabilidade emocional maior e uma
concentração dos fluidos celulares em busca do equilíbrio vital das células,
consequentemente do corpo. Assistimos à recuperação de vegetais nos replantes e
até mesmo nas podagens. Só alguns dias depois, é que vem o reflorescer dessas
plantas que sofreram ingerências. No ser humano, acontece o mesmo, após um ato cirúrgico, tem que haver o repouso
para recuperação total das partes ou dos órgãos que sofreram intervenção.
Além do
repouso reparador, o pós-operatório também necessita de uma atenção especial no
que se refere a evitar atitudes ou posturas que venham permitir acidentes que
possam danificar o trabalho médico. Não proteger a região que foi operada pode
torná-la vulnerável a infecções provocadas por arranhões, golpes ou
contaminação através de fluidos infectados ou inadequados nessas regiões
sensibilizadas. Assim, tampões, ataduras e outras proteções nunca devem ser
abandonadas em nome das tecnologias modernas utilizadas nas cirurgias. Dirigir
autos, frequentar locais com aglomeração de pessoas ou visitar lugares pouco
seguros são atitudes que pode provocar um retrocesso na recuperação do operado.
Muitas
vezes, esses cuidados são pouco entendidos, mas, só como exemplo, imagine você
ter operado um braço e, de repente, andando por lugares pouco cuidados, num
escorregão você quebre seu outro braço! Como fazer então? Melhor era estar em
repouso!
Lembramos,
neste comentário, tudo isso porque têm acontecido casos de cirurgias de
catarata, por exemplo, que por serem a laser os próprios médicos não tamponam o
olho operado e ainda permitem que o paciente vá dirigindo seu carro logo após o
ato cirúrgico. Como resumo de tudo aqui comentado, devemos sempre lembrar que o
repouso, após qualquer intervenção em nosso organismo, não só nos protege de
qualquer avaria – que seria somada ao estado carente do momento – como também
garante uma reabilitação mais rápida porque nossas células podem concentrar-se
na recuperação da área atingida.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
A MORTE DO TRAFICANTE, BOM OU RUIM?
Às vezes, acontece conosco o que a
gente pensa que só acontece com outras pessoas! Eis a frase que merece ser
meditada para quando ocorrer o indesejado e inesperado em nossas vidas, termos
as forças necessárias para continuar com as nossas missões. Nós todos somos
vulneráveis, não fazemos exceções.
E lá vem a mania do sentimentalismo
barato e fingido da nossa sociedade em querer reverter verdades em prol da
hipocrisia social. Assim ocorreu todo o drama em torno da condenação à morte de
um traficante brasileiro, que apesar de ser avisado que a lei na Indonésia
condenava o tráfico com a pena de morte, continuou em sua missão malfazeja. E
todos pediram por ele, penalizados. A nossa presidente Dilma e até ao Papa foi
pedido clemência. Mas não adiantou e Marco A. C. Moreira foi fuzilado e depois
cremado. O que podemos comentar desse feito?
O mal exemplo na solicitação de
clemência é incomensurável! Primeiro porque ele não foi pego de surpresa, era
de maior e escondia em seus equipamentos esportivos as drogas do mal,
cinicamente. Segundo porque não se pode admitir a defesa de alguém que causa
danos de forma indiscriminada a crianças, adolescentes e adultos. Quantos pais
sofrem por ter seus filhos viciados em drogas? E aqueles que não suportaram os
sofrimentos psicológicos e contraíram doenças que os levaram à morte? Quantos
drogados morrem a cada minuto no mundo graças a disseminação de drogas que
infestam os mais diversos locais que aglutinam pessoas? Escolas, universidades,
parques, shows, praias e tantos outros locais do bem são transformados em
pontos de venda e incentivo ao uso desses entorpecentes?
Os traficantes de drogas não merecem
viver, pois vivem a ceifar vidas pela simples troca de ganhar dinheiro com essa
ocupação fácil e danosa. As mortes causadas por esses assassinos silenciosos
multiplicam-se a cada momento que surge mais um traficante. Seres desprezíveis,
covardes, preguiçosos e parasitas que vivem a sugar a juventude das gerações
crescentes que determinam a continuidade da espécie humana! Não podemos dar o
mal exemplo de se compadecer do “satanás”! O traficante é simplesmente o
traste, o ante humano, o vil e tudo o mais que torne esse ante ser o mago dos
desprezíveis!
A responsabilidade das pessoas que
ocupam cargos públicos, isto é: que se tornam líderes ou mitos junto à
sociedade – artistas, políticos, etc. – têm a obrigação de não escandalizar,
quem defende um traficante comprovado não tem maturidade para ocupar nem uma
função ou cargo público.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
VÁ CONFIAR NOS POLÍTICOS
A grande
maioria das escolas privadas têm conseguido manutenção de seus cursos graças
aos programas do Governo, denominados de PRONATEC, PROUNI e FIES, e muitas
vezes fazem dessas parcerias sua forma de sobrevivência. Infelizmente, a
segurança da continuidade desses contratos não existe, pois depende das
finanças do governo que altera os acordos a seu bel prazer, sacrificando os
estudantes e as IES (Instituições de Ensino Superior), sem constrangimento.
Agora mesmo, o governo Dilma alterou as condições de adesão aos programas
citados, banindo milhares de estudantes de realizarem seus sonhos de uma
graduação superior. As escolas cuja parte de suas rendas está nos contratos
celebrados entre os estudantes, governo e faculdades ficam prejudicadas pela
queda do número de alunos e consequente redução da receita. Os projetos de
expansão e investimentos se tornam inviáveis e a consequência é uma menor
qualidade no ensino para suprir o défice orçamentário.
O
mais incrível de tudo é o Ministro da Educação dizer que as mudanças nos
programas FIES e PROUNI vem atender a uma melhor formação dos estudantes, pois
agora têm que ter uma média maior no ENEM para poder ingressar nesses programas
de auxílio financeiro. Mais uma vez o Governo
descartando os carentes e passando por bonzinho. É natural que os menos
abastados tenham tido uma formação escolar mais a desejar e consequentemente
suas notas nos exames sejam mais baixas, assim, onde está a inclusão? E o “slogan” do Brasil educador?
Infelizmente, as mentiras ditas muitas vezes se tornam as verdades! Mas, se é
capaz de enganar poucos por muito tempo e muitos por pouco tempo, dessa forma o
tempo já foi bastante e suficiente para enganar tanta gente!
As
escolas que estavam vivendo desses programas: PRONATEC, PROUNI e FIES, agora
estão vendo que o céu não é tão perto, é preciso preparar-se técnica e
cientificamente para exercer o papel de IES
de boa qualidade e isso atrair os estudantes para seus bancos escolares.
Atrair alunos por adotar programas que facilitam o estudar sem investimento,
resulta no péssimo ensino e pouca segurança. Quem nunca cuidou de dar o melhor
aos seus alunos, agora vê o êxodo escolar, pois o curso não sendo “de graça”,
ninguém quer! A grande solução para crise sempre foi redução de impostos e
custos paralelos. Essas atitudes de repressão da economia, sem olhar o mercado,
só leva a recessão, inadimplência e caos. A Educação é um tesouro, não pode ser
sucateada!
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