quarta-feira, 21 de setembro de 2016
A FÊMEA NO REINO ANIMAL
Não poucas vezes, vemos no reino animal o destaque
que constitui o corpo do macho, comparado com o da fêmea. Alguns exemplos
chamam a atenção, como o Leão em relação à Leoa, o Pavão em relação à Pavoa, a
maioria dos pássaros e tantos outros do reino animal. Vamos hoje escrever um
pouco sobre isso, sempre chamando a atenção para o fato de que nossos escritos
emanam sempre a nossa opinião sobre o assunto.
Quando
essa observação chega aos humanos, esse fato tão geral é contraditório, pois a
mulher nos parece caprichar muito mais em aparência e adereços do que o homem.
Diga-se de passagem que atualmente os homens têm se cuidado mais em relação ao
passado. Qualquer hora falaremos sobre isso.
No reino animal, os machos são mais
libidinosos e, em contraste com eles, as fêmeas são mais recatadas, inclusive
aquelas que garantem um período de fertilidade, quando são então mais
concessivas. Devido a essa característica feminina ou da fêmea, o macho precisa
chamar mais atenção e a própria natureza cuidou de fazê-lo mais “bonito” no
segmento dos animais “irracionais” e mais forte e dominador no segmento de
humanos. No mundo irracional, a forma de atrair as fêmeas é o macho, bastante
libidinoso, se “empavonar” promovendo a fêmea a alcançá-lo pela conquista do
belo e não do sexo, atendendo, assim, aos anseios do conquistador. Na raça
humana, deveriam os fatos acontecer da mesma forma, no entanto, a princípio, a
mulher é mais cuidada do que o homem. Isso, nesse segmento, não significa que a
mulher age assim com o mesmo intuito que demonstram os machos irracionais, mas,
na verdade, ela se prepara principalmente para concorrer com suas parceiras
femininas na vaidade de ser uma bela mulher. O homem, com suas características
de alta libido, procura esforçar-se no trabalho para conquistar sua fêmea pela
visão de poder, dando maior conforto e oportunidades para conquistas que sempre
vislumbram sua companheira.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
MOBILIDADE PARA TODOS
Antigamente,
as calçadas eram feitas e mantidas pela prefeitura da cidade. Todas bastante
uniformes em nivelamento e acabamento. Normalmente com revestimento em cimento
desempolado, as calçadas não se tornavam escorregadias no inverno e funcionavam
satisfatoriamente com pequena inclinação que evitava acúmulo de águas e
garantia boa estabilidade para os pedestres. Entre as edificações contíguas ou
adjacentes não existiam desníveis e os carrinhos de bebê, de compras e os
cadeirantes podiam transitar sem qualquer empecilho ou insegurança. As árvores
ainda jovens permitiam a franca mobilidade de crianças, idosos e deficientes
sem alguma barreira que pudesse fazer tropeçar as crianças e idosos ou
atropelar cegos e cadeirantes em suas andanças.
A
busca da exploração dos contribuintes de impostos faz leis serem aprovadas em
benefício único para o governo municipal, como por exemplo a regulamentação que
diz que “as calçadas agora deverão ser construídas e mantidas por cada um dos
proprietários do imóvel servido por essa faixa comum”, facilitando a mobilidade
pública dos cidadãos. E então, cada edifício faz sua calçada como se a ele
pertencesse, com desnível facilitador de sua entrada “em casa”, pouco se importando
com a do vizinho e muito menos ainda com os transeuntes que necessitam de um
piso uniforme em inclinação e aspereza. E lá vêm calçadas com os mais diversos
revestimentos e níveis em relação às contíguas, tornando difícil o andar das
pessoas com ou sem mobilidade reduzida.
Por
outro lado, a prefeitura não mantém a arborização com perfil regular, fazendo um
desenvolvimento inadequado quebrar as calçadas ou tomar conta das mesmas,
quando seculares. O pior é que o município não cuida da vegetação nem permite
que os “donatários” se apropriem da arborização através de replantes ou podagem
adequada. O resultado é a queda de árvores e a inacessibilidade, ferindo os
princípios do direito de ir e vir das pessoas. Nenhuma fiscalização é feita
para evitar os abusos nas formas de construção e pouca manutenção de um bem cuja
responsabilidade de manutenção deveria ser do poder público. Quando um acidente
ocorre por conta da queda de árvores em automóveis ou muros, para não citar a
queda em transeuntes, o prejudicado é que deve tomar as providências, pois se
for esperar pelo poder público irá ser penitenciado por longos meses e até anos
em busca de indenizações ou reparações pelos danos acontecidos.
sábado, 3 de setembro de 2016
RESERVA DE MERCADO PARA O PROFISSIONAL
Os sindicatos e conselhos
regionais que existem para viabilizar os trabalhos de seus sindicalizados e
profissionais, num dado segmento profissional, estão esquecendo a cada dia a
luta pela geração de emprego para seus colaboradores; senão, vejamos.
Cada atividade profissional, para a qual se faz mister a
existência de um conselho, propõe-se a melhorar o funcionamento de uma dada
empresa ou instituição. Se assim não fosse, não seria necessário o
estabelecimento do preparo intelectual formal, nem as regras para o
comportamento profissional nessa atividade. O conselho atendente a essa demanda
é responsável por toda a estrutura, obrigando o parceiro a ser bem preparado e
consciente de suas responsabilidades junto à sociedade.
Por outro lado, esse sindicato busca acompanhar seu
colaborador no tocante às relações entre o sindicalizado e o governo/empregador.
Estabelecendo junto aos órgãos competentes um salário justo e condições de
trabalho plausíveis, o sindicato vai além, estendendo a sua assistência até o
final de cada emprego e advindo durante a vida desse profissional.
Tudo isso é muito bom quando acontece em um lugar no qual
o mercado de trabalho para o profissional já é definido, não se admitindo o
estabelecimento de firmas dedicadas a uma dada especialidade ou que possua
gestores e colaboradores sem uma formação com as especificidades requeridas
pela atividade fim. Quando esse fato não é verdadeiro, o conselho regional e o
sindicato específico devem ser atraídos para a função de exigir Reserva de Mercado para o
Profissional dessas
firmas, pois é o emprego que irá garantir a perpetuação da profissão e
consequente motivo de existirem essas corporações.
Infelizmente,
não temos visto no Brasil essa reserva de mercado exigindo das empregadoras
eleger, para determinados cargos específicos, profissionais com formação
coerente com seus objetivos laborais. Um estabelecimento bancário, por exemplo,
deveria possuir, no seu quadro de funcionários, uma maioria de economistas e contadores,
não administradores ou bacharéis em direito. A empresa detentora de Reserva de
Mercado para o Profissional é
aquela que não permite a contratação de profissionais díspares de suas
atividades em áreas específicas.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
TECNOLOGIA PARA O MAL
A humanidade não tem ainda a
maturidade suficiente para as grandes descobertas científicas e utiliza os
conhecimentos da TI (Tecnologia da Informação) em benefício do poder e em
detrimento da população em geral. São vários os exemplos disso e procuraremos
citar alguns só para conscientizar a todos que não veem esta verdade.
As
loterias, como a mega sena, acumulam os prêmios em seus sorteios com o intuito,
em cada evento, de o governo reter boa parte do prêmio e acumular, para a próxima
rodada, algumas migalhas de reais. É praticamente impossível não sair o prêmio
quando milhões de pessoas jogam, inclusive com vários palpites como acontece
com o bolão que ainda cobra taxa extra ao preço de um palpite! O povo é roubado
graças à tecnologia que, de antemão, conhece o conjunto de dezenas nas quais
ninguém apostou e as elege como sorteadas através de manipulação junto às
roletas tendenciosas para certas dezenas impressas em esferas mais pesadas ou
sensíveis a campos magnéticos.
As
eleições eletrônicas, jamais adotadas em países desenvolvidos, é outra fonte de
fraude que a TI propicia. A existência dos “call centers” é outro exemplo que
ameaça o grande público quando uma informação é solicitada a uma empresa que se
esconde através desses serviços. “Nossas atendentes estão ocupadas ou o sistema
está fora do ar” são outros disfarces que as empresas descompromissadas com os
seus clientes usam para economizar despesas com mais funcionários de acordo com
a demanda.
Finalmente,
as instituições do governo vivem a relacionar-se com seus contribuintes através
de sites que nem sempre estão disponíveis; e o pior é que, em alguns casos,
exigem que o pagador de impostos se dirija pessoalmente até a sede do receptor
da contribuição, levando centenas de papéis, o que produz gastos para o
coletado, não só financeiros mas também de tempo. O governo economiza e o
contribuinte paga a conta.
Dessa
forma, a tecnologia mal utilizada tem prejudicado o povo. Inclusive, nos
momentos de inscrições em benefícios públicos, a TI permite aos órgãos do poder
central esconder-se apontando falhas do sistema ou tirando-o do ar.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
SEGUNDA-FEIRA
A segunda-feira é, segundo a maioria das pessoas, o
dia da preguiça. Todos acordam com o impacto do ir à escola, ir ao trabalho, ir
à academia, enfim, não é dia de ficar se espreguiçando na cama com vontade de
dormir mais. É levantar e mãos à obra! E vem o corre-corre para mais um dia de
atividade: o primeiro dia de uma semana que será cheia de cotidianos e
inovações sem afastar as surpresas que poderão estar a espreitar o caminhar
programado de cada dia. Com os reflexos mais lentos e as juntas mais doloridas,
como consequência dos exageros do final de semana, pode-se mesmo transparecer um
comportamento preguiçoso que, aos poucos, com o calor das atividades
requeridas, vai dando lugar à regularidade de comportamento costumeiro do dia a
dia.
Muitos
comentam que a segunda-feira deveria ser a primeira-feira, pois marca o início
das atividades habituais mais regulares da vida. No entanto, o domingo é que
deve ser considerado o primeiro dia da semana e, por isso, o dia consequente é
a segunda-feira. Vejamos, então, como conciliar essas formas de encarar os
nomes dos primeiros dias da semana com coerência.
Poucos
encaram o domingo como o dia preparatório e de início da semana. Nesse dia,
todo nosso organismo deve preparar-se para as atividades que estão por vir. De
início, seria interessante o concentrar-se sobre os erros e acertos da semana
que passou, convivendo com momentos de meditação junto a si mesmo e em lugar
próprio para esse encontro com você. Para uns, seu próprio quarto repousante,
para outros, o templo, ainda a vista do mar ou o admirar da natureza nos campos
resumem os locais propícios para esse diálogo único. Passado esse momento,
vamos para as atividades de lazer brando e obrigatório como por exemplo:
passear e dar atenção à família privada – mulher e filhos –, uma visita aos
parentes próximos como os pais ou irmãos e, finalmente, um entardecer
relaxante, em seu próprio lar, dividindo esses momentos, que antecedem a luta
pela sobrevivência, com seus entes queridos e parceiros de sempre. Assim, esse
realmente aconteceu como o primeiro dia da semana: o domingo. Na segunda-feira,
não restará remorso nem ressaca moral para ser curtida.
A
igreja comenta que Deus, ao construir o Universo, descansou no sétimo dia
(sábado). Os homens, apesar disso,
acharam pouco e acrescentaram o domingo para o “descanso”, que, no entanto,
transformou-se em mais um dia de festas e farras. Muitas vezes, essas
brincadeiras pouco comedidas em
movimentos e bebidas levam à exaustão física e psicológica daqueles que
acreditam que a semana deveria começar como primeira-feira, após o domingo,
pois este tornou-se fim e não início de semana.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
EMBOLANDO AS LEIS
As leis que determinam uma feitura que irá abordar
diretamente todo o público deve ser bastante esclarecida para que seu uso venha
a atingir os objetivos para os quais ela foi promulgada. Sabemos que ela
custou, para nós, todas as mordomias das quais gozam os nossos deputados e
senadores e que são pagas com nossos impostos. Dessa forma, deve-se apontar o
motivo do porquê das novas determinações, mostrando-se o que acontecia antes da
nova lei e o que acontecerá após a adoção da novidade. Isso não só servirá para
uma melhor aceitação das mudanças, como também para facilitar a absorção dos
preceitos das novas determinações estabelecidas.
Mais
importante ainda é cuidar para que os veículos causadores ou disparadores dessa
nova atitude estejam bem informados de como devem comportar-se a partir de
então, para que a lei tenha sucesso. Um caso típico é o da edificação de
estações rodoviárias e integrações. Devido ao som emitido pelo motor de
veículos – ônibus e autos de um modo geral – ser de frequência grave, os danos
auditivos na escuta regular desses ruídos, com largo espectro, é fatal para as
células auditivas que facilmente são danificadas, produzindo perdas na audição,
principalmente das frequências médias, na qual se concentra a nossa voz. Essas
lesões são prejudiciais à comunicação
oral com os nossos semelhantes e por isso devem ser radicalmente evitadas.
Na
construção das estações rodoviárias e assemelhadas, deve-se cuidar para serem
projetadas, abaixo do leito das vias de alta circulação, auto estradas e vias
expressas, com acesso através de vicinais com declive que levem até o prédio da
estação e após, no retorno, o declive continuar até que a distância não permita
mais o som da aceleração perturbar os servidores da rodoviária ou assemelhado,
na subida de volta à via expressa. Sendo assim, os ônibus chegam sem acelerar e
saem sem acelerar, não emitindo, dessa forma, ruídos que venham prejudicar a
audição das pessoas que ali estão em trabalho permanente.
O
mais importante desse evento é o motorista que se dirige à rodoviária saber que
não deve acelerar; se assim não acontecer, todo o investimento arquitetônico
vai por terra. Dessa forma, avisos na via e em lugares visíveis devem alertar
aos motoristas que não é permitido acelerar naquela vicinal. Será que isso é
feito? Muitas vezes até os projetistas não conhecem o objetivo do porquê fazer
assim, e lá vão as integrações projetadas no centro entre as pistas de alta
circulação.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
POR QUE ISSO?
Muitas
normas e leis são estabelecidas pelos órgãos competentes sem justificar o
porquê da existência desse novo aos cidadãos nem ao público em geral, que
deverão cumprir as determinações. No momento, o uso, no período diurno, do
farol baixo aceso em determinados logradouros que têm a jurisdição federal ou
estadual foi determinado sem identificação expressa e bem propagada para os
motoristas, sem justificativa plausível para seu uso.
Isso
me parece com a obrigatoriedade do “Kit” de primeiros socorros compelido a
transitar em todos os veículos, gerando multas para quem não os transportava.
No entanto, sem nenhuma justificativa a lei foi descontinuada da mesma forma
que foi estabelecido o seu uso, gerando apenas despesas e multas para muitos, sem
restituição desses gastos após o cancelamento da invenção que só fez extorquir
o dinheiro daqueles que cumpriram as determinações sem fundamentos. Primeiro
porque nem todo mundo sabe dar assistência aos primeiros socorros e, segundo,
porque isso é obrigação do poder público. Quem pagou, pagou.
O
caso do farol aceso durante o dia, sem chuvas ou neblina, também não é
justificável, inclusive quando as avenidas mudam de jurisdição sem o menor
alerta aos motoristas. O único prejudicado é o proprietário e condutor do
veículo que enriquece os cofres públicos sem culpa das multas e perdas de
pontos em sua habilitação. Por que o governo nada faz para alertar aos
motoristas com sinalizações e alertas para essa nova lei? Será que é para
arrecadar mais multa? Cada nova ideia em favor do contribuinte deve ser
revestida de uma campanha e de uma regularização, no caso do trânsito nos
logradouros, com faixas e outras anotações na própria via para que os
motoristas sejam alertados para as novas regras de trânsito.
A justificativa
precária é a de evitar acidentes nas BRs e PEs, com os transeuntes e outros veículos. Mas é
sabido que acidentes acontecem muito mais nas vias urbanas regulares do que nas
vias expressas, e mais, durante o dia, o farol é menos notado do que o próprio
veículo que está circulando. Para se estabelecer uma lei que atinja uma grande
massa da população, deve ser apresentado um projeto que justifique a novidade
com dados estatísticos e debates para a efetivação da homologação pelos órgãos
competentes! Da forma como se está sendo feito, enfatiza-se apenas a gula
fiscal.
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