Com a finalidade de respeitar os fumantes, foi criado, nos lugares proibidos ao fumo, um espaço anexo denominado de “fumódromo”, onde a prática do fumo era permitida. Nesses locais, não era vendido o cigarro, dessa feita não se estaria incentivando o fumo, mas oportunizando se ter, no lugar, um frequentador que fumasse. Esses espaços, inclusive, criaram uma rotulação detestável que, até certo ponto, poderia levar o viciado a abandonar o cigarro.
Esse local especial criado nos shoppings e restaurantes, principalmente, logo foi proibido, e os órgãos de saúde do governo justificaram a eliminação do mesmo por incentivarem o uso do cigarro. E assim foi feito. Desapareceram os “fumódromos” e os fumantes frequentadores do local onde eles existiam, certamente, boa parte da clientela dessas lojas.
Por outro lado, a cada momento, fala-se dos crimes e da propagação do uso de craque, em São Paulo, na rua denominada de Cracolândia. O pior de tudo é que aquele local não é simplesmente um local para fumar, mas sim onde há comércio da droga, e etc. Aqueles que ainda não conhecem a droga e desejam experimentá-la é só ir à Cracolândia! Dessa forma, a cada dia, aumenta o número de drogados, pois no local só se coíbe raramente, através de “batidas”, o tráfico da droga.
E aí, por que essa diferença de atitude do Governo em relação ao fumódromo e à Cracolândia? Certamente os viciados em cigarros, quando adoecem, dão mais despesas aos centros de saúde estatais, pois esses enfermos têm uma sobre vida maior. Os viciados em craque morrem mais rapidamente e assim não é preciso se investir muito na proibição desse vício.
Isso posto, apelamos aos governantes uma preocupação menos egoísta. A saúde pública deve ser perseguida independentemente das vantagens que possam advir desses cuidados que incluem as prevenções. Infelizmente a grande maioria dos programas que tem como objetivo o bem-estar do cidadão também tem o toque da vantagem política. Doenças como hipertensão arterial, diabetes e outras que levam o enfermo a males que requerem muitos cuidados, tais como isquemias cerebrais – com paralisias físicas e distúrbios mentais – paradas renais – que requer hemodiálises periódicas – e tantas outras, são de custo altíssimo para os cuidadores. Assim, o governo deveria fazer questão de distribuir a medicação para evitar essas terríveis consequências.
Por outro lado, nenhuma medicação para os males psíquicos, os físicos eventuais ou os emocionais, como nervosismo, cólicas e gases, é doada pelo poder público. Aí está a prova da falta de vontade política na área da saúde, cuidando-se apenas de suas conveniências. Na China, todo o sistema de saúde é gratuito, isto é, pago pelo imposto, inclusive todos os medicamentos em geral. É hora dos cidadãos brasileiros terem seus direitos correspondentes aos altos impostos pagos. Estamos cansados de pagar para as orgias dos nossos governantes que não param nunca.PARA POSTAR UM COMENTÁRIO: 1.CLIK EM COMENTÁRIO AO FINAL DO TEXTO 2. PONHA O COMENTÁRIO NA JANELA ABERTA (NÃO ESQUEÇA DE IDENTIFICAR-SE NO COMENTÁRIO) 3. SELECIONE PERFIL: ESCOLHA ANÔNOMO 4. CLIK EM VISUALIZAR 5. REPITA O NOME QUE APARECE MOSTRANDO QUE VOCÊ NÃO É UM ROBÔ 5. POSTAR COMENTÁRIO. NÃO É FÁCIL?