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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

BELO OU CONFORTÁVEL?

           
              A vaidade do ser humano vai aos limites da insensatez. A adoção de ditames modernos e o uso de equipamentos por pessoas abastadas deixam os vizinhos com a cobiça de possuí-los. O desejo desmedido supera qualquer outra condição e a busca pelo intento não faz ver qualquer malefício que possa advir do uso sem uma abordagem prévia do funcionamento, dos prós e dos contras – enfim, se a utilização atende aos costumes e condições pertinentes com você.
            Caindo em sua graça, pouco importa o conforto associado ao adquirido ou os malefícios à saúde trazidos por ele. O importante é o belo visto com olhos desejosos de possuir algo da “moda”. “Aquele sapato alto da atualidade é belo e pouco importa se tenho vertigens com a altura dele, pois é o que está em uso e tenho que aparecer bela!” Assim falam as madames sem se preocupar com os calos e apertos que perdurarão por todo o tempo de uso. O costume torna o uso desmedido e, sem respeitar a idade que cresce, surgem as consequências maiores e danosas na 3a ou 4a idades.
            Como esse exemplo, outros muitas vezes até piores atingem a humanidade que, preocupada em acontecer no meio social, troca o conforto do viver pela exacerbação de atitudes que visam simplesmente o mostrar-se de acordo com o momento da moda, pouco importando a sua maneira de se adequar ao novo. O bom viver não vem das nossas fantasias adquiridas de terceiros, mas sobretudo do nosso sentimento mais íntimo que define a melhor forma do viver sem copiar o que não é absorvido pela nossa forma do conviver social.
            Devemos sempre, quando adotar algo por influência social, vislumbrar as nossas verdadeiras necessidades dessa adoção, assim como analisar se esse novo estar é compatível com a nossa personalidade (ação subjetiva) e com os nossos corpo e viver (ação somática ou objetiva). Só assim seremos capazes de nos sentirmos coerentes com as novas atitudes e usos. Lembramos, por fim, que acima do belo está o bom, que jamais pode ser trocado por algo que só vai encantar aos outros e pouco satisfará a você plenamente.