quarta-feira, 30 de março de 2011
AVALIANDO OS ADÁGIOS POPULARES
Muitas vezes, assistimos a pessoas idosas comentarem mitos e chavões com tal segurança que somos capazes de esconder a verdade do nosso conhecimento sábio em prol das “assertivas” quase que impostas por essas pessoas mais vividas. Isso acontece porque, geralmente, nunca foi pesquisada ou estudada a origem dessas quimeras quase mágicas. Alguns mitos, como o possível mal advindo do comer manga ou banana com leite, já foram dizimados, pois hoje se sabe que essa ideia foi imposta por fazendeiros para evitar o consumo do leite de suas vacas pelos peões. Apostavam nesse malefício como inibidor dessa ingestão, pois era muito comum o desjejum com frutas como mangas ou bananas, por serem muito mais acessíveis. Hoje muitos mitos ainda não foram esclarecidos. Chás diversos para eliminar pedras nos rins e unguentos com folha de pimenteira ou pele de tomate embebida com azeite aquecido como solução para espinhas e furúnculos ainda são utilizados sem o conhecimento de suas verdades. Ingerir sal para pressão arterial baixa, não tomar bebidas alcoólicas enquanto estiver usando antibióticos, para não tirar o efeito do medicamento, e outros conselhos que nenhum cunho científico possuem, são adotados como verdadeiros. Só para esclarecer a verdade das citações do último parágrafo, adiantamos: a água do chá é que dilui a pedra que se aloja nos rins; o calor é o que ativa a circulação; o sal retém líquido, faz mal aos hipertensos e não dar resultado para os hipotensos; o álcool aumenta a diurese que elimina o antibiótico mais rapidamente. Na verdade, essas mentiras são formas de convencimento mais eficazes que evitam males maiores. E aí, são válidos esses mitos como tantos outros? Acho que não. Quando não conhecemos a verdade que nos impulsiona para uma tomada de posição, agimos no escuro sobre nós mesmos e transmitimos uma informação mentirosa para os nossos descendentes. Hoje esses engodos não são justificados, pois a internet e outras formas de solver a informação verdadeira estão muito perto de todos, sendo assim seremos desmascarados facilmente. A intenção deste texto é chamar a atenção do público para acreditar apenas em conceitos de bases verdadeiras. Isso acontece pedindo a quem quer lhe impor um conhecimento, que dê uma explicação coerente acerca do processo que emerge com a solução pouco esclarecedora. Dizer simplesmente “sei que é assim”, não é suficiente! Não só na área da saúde, mas também em outros segmentos, acontecem recados que só têm validade em determinadas circunstâncias. “Quem não deve não cresce”, por exemplo, é aceitável quando seu negócio dá uma lucratividade suficiente para pagar os custos e ainda desenvolve-se no mercado. Assim é bom sempre lembrar que “cada caso é um caso”, como se diz popularmente, e a partir daí verificar se o adágio popular é aplicável a você ou não. Sempre buscando o porquê de aquele conselho ter se tornado um adágio popular.
terça-feira, 22 de março de 2011
UM CASO PARA SER PENSADO

“Marinheiro de primeira viagem”, a mamãe, ao trocar a fralda de sua menina de quatro dias, observa que existe um resquício de sangue bastante vivo na fraldinha. Como faria qualquer mãe, leva de imediato a recém-nascida ao médico, inaugurando o plano de saúde da bebê. Chega ao médico o maior alarde para o significado da ocorrência e logo a convocação de uma enfermeira para colocar uma sonda na nenê, pois a desconfiança era de uma bruta infecção urinária e os procedimentos deveriam ser imediatos.
A enfermeira convocada mostrava insegurança e chegou a dizer, na presença da mãe, que estava insegura acerca de onde colocaria a sonda – na abertura vaginal ou no meato uretral (abertura da uretra por onde se urina) – diante dessa situação, de pronto, a mãe pede para que o procedimento seja feito por outra pessoa que pelo menos conhecesse o que iria fazer!
Vamos observar, para maior difusão do conhecimento, que na vulva existem duas aberturas e quatro orifícios. A abertura maior é a entrada da vagina, através da qual as mulheres menstruam, têm relações sexuais e permitem o parto, quando normal. A segunda abertura é o meato uretral, por onde sai a urina. Dois orifícios ladeiam essa abertura e é através deles que a Glândula de Skene expele um líquido que evita assaduras na região interna dos pequenos lábios. Finalmente, nas laterais da abertura vaginal, dois orifícios fazem a lubrificação através das Glândulas de Bartholin. São conhecimentos primários para quem é enfermeira.
Em seguida, chega outra enfermeira que coloca a sonda no meato uretral da criancinha e ao retirá-la tem mostra de sangue. O resultado faz o médico indicar de pronto uma internação, pois o caso é bastante grave e merece bastante cuidado. A mãe da recém-nascida fica insegura a respeito do diagnóstico, dá uma desculpa qualquer e evade-se do local com a promessa de retornar no dia seguinte. O espírito materno faz com que a bebê seja agora levada a outra clínica, no caso o Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco), para outra avaliação.
Chegando ao novo centro médico, a criançinha é reexaminada e os médicos afirmam não existir qualquer mal na criança, desde que nenhum dano maior possa ter ocorrido com a introdução da sonda uretral na menininha de quatro dias de nascida. Isso posto a mãe indaga o que poderia ter sido aquele sinal de sangue provocador de todos os eventos naquele dia?
O médico explica, então, que os recém-nascidos, muitas vezes, por uma questão hormonal secretam leite e/ou menstruam! Esse fato ocorre em quase cinquenta por cento dos bebês! Vejam quanta ignorância no primeiro atendimento quando se diagnosticou como um grande mal um evento quase comum.
Eis a questão: Como andam o conhecimento e a responsabilidade médica em nossa cidade? Muitas vagas para as Universidades, particularmente as Federais, são superprotegidas pelo Governo que não se cansa de dar boas notas para esconder a realidade que vemos no dia a dia! A pouca prática exigida daqueles que vão atuar com a vida dos seres humanos tem dado resultados catastróficos na atividade profissional. Lembro que, numa colação de Medicina, o paraninfo retrucou em seu discurso: “... vão à prática com seus pacientes para aprender o que não conseguimos ensinar no curso médico...”. Isso é um absurdo!
Quando, no mercado de trabalho, teremos que, no dia a dia, crescer no nosso segmento sem atropelar com a ganância do enriquecer depressa, que transforma o ser humano num robô sem perfeição. O estudo regular é que nos projetará dentro da nossa atividade profissional com responsabilidade.
A enfermeira convocada mostrava insegurança e chegou a dizer, na presença da mãe, que estava insegura acerca de onde colocaria a sonda – na abertura vaginal ou no meato uretral (abertura da uretra por onde se urina) – diante dessa situação, de pronto, a mãe pede para que o procedimento seja feito por outra pessoa que pelo menos conhecesse o que iria fazer!
Vamos observar, para maior difusão do conhecimento, que na vulva existem duas aberturas e quatro orifícios. A abertura maior é a entrada da vagina, através da qual as mulheres menstruam, têm relações sexuais e permitem o parto, quando normal. A segunda abertura é o meato uretral, por onde sai a urina. Dois orifícios ladeiam essa abertura e é através deles que a Glândula de Skene expele um líquido que evita assaduras na região interna dos pequenos lábios. Finalmente, nas laterais da abertura vaginal, dois orifícios fazem a lubrificação através das Glândulas de Bartholin. São conhecimentos primários para quem é enfermeira.
Em seguida, chega outra enfermeira que coloca a sonda no meato uretral da criancinha e ao retirá-la tem mostra de sangue. O resultado faz o médico indicar de pronto uma internação, pois o caso é bastante grave e merece bastante cuidado. A mãe da recém-nascida fica insegura a respeito do diagnóstico, dá uma desculpa qualquer e evade-se do local com a promessa de retornar no dia seguinte. O espírito materno faz com que a bebê seja agora levada a outra clínica, no caso o Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco), para outra avaliação.
Chegando ao novo centro médico, a criançinha é reexaminada e os médicos afirmam não existir qualquer mal na criança, desde que nenhum dano maior possa ter ocorrido com a introdução da sonda uretral na menininha de quatro dias de nascida. Isso posto a mãe indaga o que poderia ter sido aquele sinal de sangue provocador de todos os eventos naquele dia?
O médico explica, então, que os recém-nascidos, muitas vezes, por uma questão hormonal secretam leite e/ou menstruam! Esse fato ocorre em quase cinquenta por cento dos bebês! Vejam quanta ignorância no primeiro atendimento quando se diagnosticou como um grande mal um evento quase comum.
Eis a questão: Como andam o conhecimento e a responsabilidade médica em nossa cidade? Muitas vagas para as Universidades, particularmente as Federais, são superprotegidas pelo Governo que não se cansa de dar boas notas para esconder a realidade que vemos no dia a dia! A pouca prática exigida daqueles que vão atuar com a vida dos seres humanos tem dado resultados catastróficos na atividade profissional. Lembro que, numa colação de Medicina, o paraninfo retrucou em seu discurso: “... vão à prática com seus pacientes para aprender o que não conseguimos ensinar no curso médico...”. Isso é um absurdo!
Quando, no mercado de trabalho, teremos que, no dia a dia, crescer no nosso segmento sem atropelar com a ganância do enriquecer depressa, que transforma o ser humano num robô sem perfeição. O estudo regular é que nos projetará dentro da nossa atividade profissional com responsabilidade.
quarta-feira, 16 de março de 2011
EXPLORAR O UNIVERSO OU A MEDICINA?

Apesar do grande progresso tecnológico, a medicina ainda continua a dever, e muito, à humanidade. Os equipamentos médicos estão, cada dia, mais sofisticados e são verdadeiros “ases” para avaliarem o que está acontecendo no corpo humano em termos de imagens de todo o complexo de órgãos, assim como dosagens de nutrientes e outras demandas necessárias à continuidade da vida.
Um simples comparar dos resultados obtidos nos exames laboratoriais da pessoa que se sente doente com os de outras consideradas sãs indicará a intensidade do mal que aflige a padecente. O conhecimento dos processos bioquímico e biofísico que se desenvolvem no corpo humano apontará um remédio que leve ao equilíbrio os processos que estão sofrendo danos devido à escassez dessa droga.
Por outro lado, quando a avaliação das imagens denota alguma anormalidade, a solução torna-se fácil, através de uma cirurgia se resgata a saúde ou com dosagens químicas se leva o paciente a uma recuperação em médio prazo. Quando o mal é maior, pode-se até chegar ao transplante de órgãos como solução para o bem do paciente.
Pelo visto, até agora, a medicina está indo “de vento em popa”. O que é então questionado? Vejamos: O que causa o distúrbio nas dosagens químicas de pacientes? Por que um dado órgão do corpo, de repente, é violentado por um mal? Não falo aqui dos casos de vidas com exacerbação do uso de drogas e outras atitudes que agridem o viver salutar. Falo dos casos de pessoas com vida regrada e que, de súbito, são surpreendidas por doenças inesperadas.
A medicina tem usado “tabelas” que simplesmente indicam o diagnóstico sem o motivo que fez o mal acontecer. Será realmente essa a verdadeira medicina? E as características pessoais? Estão as escolas da área de saúde levando seus alunos a pesquisas científicas dos males que atormentam a humanidade? Ou o bastante é diagnosticar a doença e seguir o tratamento tradicional? Eis o que tenho ouvido dos médicos:
Quais as novidades em genética? “Não tenho lido nada, estudei em biologia para o vestibular”, e esse profissional faz transplantes. O que dizer das descobertas sobre o hermafroditismo? “Não tenho estudado nada sobre isso, não dá dinheiro”, e é jovem recém- formado. Existem os porquês dessa hipertensão arterial? “Não, ela é essencial, significa que não tem causa”, e acha muito normal, acostumou-se com a ignorância! Já que se diagnosticou essa hipertensão pulmonar o que a causou? “As pesquisas feitas não mostram nenhuma causa possível, para evitar pioras tome essas drogas ...”, e esse está em contato com vários centros mundiais.
Como podemos ver, não existe, infelizmente, nenhuma inquietação científica entre os médicos acerca da precária medicina que se tem feito no mundo atual. Continuam fazendo seus pacientes esperarem por horas para exames e consultas, como senhores do tempo, sem o respeito aos seus clientes, continuam passando uma série de exames para, a partir daí, chegarem a um possível diagnóstico, etc., etc.
Esses comentários aqui postos são um alerta para os grandes centros científicos que vivem a querer explorar o Universo sem ter o mínimo conhecimento do seu próprio corpo. Busquemos soluções para nossos males que, a cada dia, renovam-se sem deixar avisos das verdades causadoras dessas demandas.
Um simples comparar dos resultados obtidos nos exames laboratoriais da pessoa que se sente doente com os de outras consideradas sãs indicará a intensidade do mal que aflige a padecente. O conhecimento dos processos bioquímico e biofísico que se desenvolvem no corpo humano apontará um remédio que leve ao equilíbrio os processos que estão sofrendo danos devido à escassez dessa droga.
Por outro lado, quando a avaliação das imagens denota alguma anormalidade, a solução torna-se fácil, através de uma cirurgia se resgata a saúde ou com dosagens químicas se leva o paciente a uma recuperação em médio prazo. Quando o mal é maior, pode-se até chegar ao transplante de órgãos como solução para o bem do paciente.
Pelo visto, até agora, a medicina está indo “de vento em popa”. O que é então questionado? Vejamos: O que causa o distúrbio nas dosagens químicas de pacientes? Por que um dado órgão do corpo, de repente, é violentado por um mal? Não falo aqui dos casos de vidas com exacerbação do uso de drogas e outras atitudes que agridem o viver salutar. Falo dos casos de pessoas com vida regrada e que, de súbito, são surpreendidas por doenças inesperadas.
A medicina tem usado “tabelas” que simplesmente indicam o diagnóstico sem o motivo que fez o mal acontecer. Será realmente essa a verdadeira medicina? E as características pessoais? Estão as escolas da área de saúde levando seus alunos a pesquisas científicas dos males que atormentam a humanidade? Ou o bastante é diagnosticar a doença e seguir o tratamento tradicional? Eis o que tenho ouvido dos médicos:
Quais as novidades em genética? “Não tenho lido nada, estudei em biologia para o vestibular”, e esse profissional faz transplantes. O que dizer das descobertas sobre o hermafroditismo? “Não tenho estudado nada sobre isso, não dá dinheiro”, e é jovem recém- formado. Existem os porquês dessa hipertensão arterial? “Não, ela é essencial, significa que não tem causa”, e acha muito normal, acostumou-se com a ignorância! Já que se diagnosticou essa hipertensão pulmonar o que a causou? “As pesquisas feitas não mostram nenhuma causa possível, para evitar pioras tome essas drogas ...”, e esse está em contato com vários centros mundiais.
Como podemos ver, não existe, infelizmente, nenhuma inquietação científica entre os médicos acerca da precária medicina que se tem feito no mundo atual. Continuam fazendo seus pacientes esperarem por horas para exames e consultas, como senhores do tempo, sem o respeito aos seus clientes, continuam passando uma série de exames para, a partir daí, chegarem a um possível diagnóstico, etc., etc.
Esses comentários aqui postos são um alerta para os grandes centros científicos que vivem a querer explorar o Universo sem ter o mínimo conhecimento do seu próprio corpo. Busquemos soluções para nossos males que, a cada dia, renovam-se sem deixar avisos das verdades causadoras dessas demandas.
quarta-feira, 9 de março de 2011
AUMENTANDO O EMPREGO PERMANENTE
Nos anos 60, havia um inibidor do emprego permanente. Após dez anos de trabalho na mesma empresa, o empregado ganhava estabilidade, não podendo ser “posto para fora” do mesmo. Isso levava, muitas vezes, os empregados com estabilidade a descuidarem-se, prejudicando suas tarefas diárias. Despedir o empregado, antes do decênio, obrigava o empregador a pagar um salário por cada ano de contrato realizado. O desembolso nem sempre desejado pela empresa levava a demandas judiciais, muitas vezes, descabidas de parte a parte.
Com o objetivo de dar fidelidade ao bom relacionamento empregado/empregador foi criado o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) que obriga a empresa a recolher mensalmente 8% do salário do trabalhador, o que, a cada final de ano, corresponde a mais de um salário quando somado aos juros desse recolhimento. Tudo caminhava muito bem até a gula fiscal resolver, com a desculpa de tornar mais permanente o emprego, criar multas sem cabimento no momento da demissão do empregado, multa essa que atua sobre o saldo do FGTS depositado durante os anos contratados.
O mais interessante de tudo é que a multa de 50%, altíssima e que foge à ideia inicial da criação do fundo, é dividida entre o empregado e o governo, ou seja, tornou-se imposto. Esse fato tem levado as empresas a encurtarem o tempo de contratação com a finalidade de evitar o peso das responsabilidades sociais advindas dessa nova regra criada pelos parlamentares sempre sedentos por aumentos e recursos que alimentem suas “prioridades”.
A Presidente Dilma está bastante ligada no aumento e na manutenção do emprego. Fala-se inclusive que ela acusa a carga de tributos sociais, incorporada ao custo do salário, como a grande vilã no desastre da contratação de mão-de-obra e manutenção do emprego formal. Tomara que seja verdade e que se faça uma racionalização na despesa “folha de pagamento”. Não é justo penalizar a verba para remuneração do empregado com impostos. O governo já taxa a fabricação, o movimento de mercadorias, o local ou endereço da empresa, a luz, a água, o esgoto, a limpeza pública, a proteção contra incêndio e catástrofes, os superávits além da renda, muitas vezes, totalmente absorvida pelas despesas. Já é o bastante não precisa taxar a folha de pagamento, repetimos!
Quando as leis trabalhistas foram estabelecidas, o respeito mútuo reinou entre os parceiros, empregado e patrão. Após as trocas políticas de aparentes beneficies por votos, começaram as lutas no campo e na cidade que só prejuízos trouxeram para os trabalhadores. Enquanto não houver uma reforma política tornando os eleitores mais responsáveis, sempre seremos violentados pela eleição através da quantidade e não qualidade do voto.
Oxalá! Que esse governo traga novamente o bom senso nas ações de forma a contemplar todo o tecido social com justiça. As classes produtoras e as coadjuvantes ao desenvolvimento globalizado terão que ser mais respeitadas, cada uma com seus direitos e deveres. E que esses deveres não venham usurpar o desejo do crescimento que só faz sentido se pertencente ao inominado.
Com o objetivo de dar fidelidade ao bom relacionamento empregado/empregador foi criado o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) que obriga a empresa a recolher mensalmente 8% do salário do trabalhador, o que, a cada final de ano, corresponde a mais de um salário quando somado aos juros desse recolhimento. Tudo caminhava muito bem até a gula fiscal resolver, com a desculpa de tornar mais permanente o emprego, criar multas sem cabimento no momento da demissão do empregado, multa essa que atua sobre o saldo do FGTS depositado durante os anos contratados.
O mais interessante de tudo é que a multa de 50%, altíssima e que foge à ideia inicial da criação do fundo, é dividida entre o empregado e o governo, ou seja, tornou-se imposto. Esse fato tem levado as empresas a encurtarem o tempo de contratação com a finalidade de evitar o peso das responsabilidades sociais advindas dessa nova regra criada pelos parlamentares sempre sedentos por aumentos e recursos que alimentem suas “prioridades”.
A Presidente Dilma está bastante ligada no aumento e na manutenção do emprego. Fala-se inclusive que ela acusa a carga de tributos sociais, incorporada ao custo do salário, como a grande vilã no desastre da contratação de mão-de-obra e manutenção do emprego formal. Tomara que seja verdade e que se faça uma racionalização na despesa “folha de pagamento”. Não é justo penalizar a verba para remuneração do empregado com impostos. O governo já taxa a fabricação, o movimento de mercadorias, o local ou endereço da empresa, a luz, a água, o esgoto, a limpeza pública, a proteção contra incêndio e catástrofes, os superávits além da renda, muitas vezes, totalmente absorvida pelas despesas. Já é o bastante não precisa taxar a folha de pagamento, repetimos!
Quando as leis trabalhistas foram estabelecidas, o respeito mútuo reinou entre os parceiros, empregado e patrão. Após as trocas políticas de aparentes beneficies por votos, começaram as lutas no campo e na cidade que só prejuízos trouxeram para os trabalhadores. Enquanto não houver uma reforma política tornando os eleitores mais responsáveis, sempre seremos violentados pela eleição através da quantidade e não qualidade do voto.
Oxalá! Que esse governo traga novamente o bom senso nas ações de forma a contemplar todo o tecido social com justiça. As classes produtoras e as coadjuvantes ao desenvolvimento globalizado terão que ser mais respeitadas, cada uma com seus direitos e deveres. E que esses deveres não venham usurpar o desejo do crescimento que só faz sentido se pertencente ao inominado.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
REINVENTANDO OS PROGRAMAS SÁDICOS
As lideranças pelo raciocínio e pela inteligência têm sido a grande diferença entre nós humanos e os animais ditos irracionais. Nesses últimos, a força física, a resistência e outros dotes puramente físicos fazem a liderança no clã. O homem tem que se destacar entre seus pares não como detentor da maior força física, mas sim pelo seu poder de construção e discernimento no dia a dia.
Assim se constrói a liderança tão almejada que leva as pessoas ao sucesso dentro de sua profissão ou então em suas atividades fora do mercado de trabalho. Mesmo no esporte, o destaque intelectual dentro da atividade é que premia o litigante bem sucedido, juntamente, é natural, com suas habilidades físicas específicas da atividade esportiva.
A apologia ao desenvolvimento intelectual deve ser sempre o principal tema dos programas mais populares dos meios de divulgação como as emissoras de rádio, de TV e as redes virtuais. Acontece, no entanto, que, ao contrário do esperado, os meios de divulgação têm apoiado programas sádicos onde a força física e o stress do corpo é que apontam para o vitorioso. Estamos voltando ao tempo das cavernas quando o medir do poder muscular fazia as lideranças e o divertimento contemplava a exacerbação do sexo.
Os absurdos em termos de pouca criatividade e engrandecimento das características perniciosas dos humanos têm conferido cada uma das edições dos BBBs e outros programas sádicos assemelhados. O investimento em temas mais sadios que melhorem o desempenho social enquanto constituídos por pessoas inteligentes, não tem encontrado lugar. Os lucros serão maiores quando se investe menos em seus determinantes. Processos intelectuais são mais elaborados e têm custo maior, equivalente aos melhores resultados para o bem da sociedade.
Infelizmente a maior população ainda é constituída por pessoas pouco preparadas e que facilmente são enganadas por produtores de programas que, em vez de educarem para o bem, querem banalizar comportamentos ou ações que merecem recato. A vulgarização dessas relações vai aos poucos minando o seio social que passa, então, a deteriorar-se apontando para uma decadência iminente. A censura a programas com esse foco deveria existir de forma absoluta. A falta da percepção desse mal imposto torna ainda mais perversas essas diversões, que produzem danos, subliminarmente, à nossa sociedade.
Na verdade, esses programas são importados de outros países, onde as leis protegem o cidadão de forma que os resultados de suas ocorrências são completamente diversos daqueles que acontecem aqui. Por exemplo, o maior percentual de audiência de um dado canal de TV não pode exceder a 7%, assim a informação perniciosa não é tão maléfica.
Esperamos que, pelo menos, adotem-se versões desses programas que se coadunem com a nossa cultura de forma a coibir os danos que acontecem nos dias de hoje. Só com atitudes responsáveis por parte de nossos comunicadores é que poderemos construir um futuro para a nossa sociedade que contemple o saber, a ética e o desenvolvimento social tão almejado por mentes sadias!
Assim se constrói a liderança tão almejada que leva as pessoas ao sucesso dentro de sua profissão ou então em suas atividades fora do mercado de trabalho. Mesmo no esporte, o destaque intelectual dentro da atividade é que premia o litigante bem sucedido, juntamente, é natural, com suas habilidades físicas específicas da atividade esportiva.
A apologia ao desenvolvimento intelectual deve ser sempre o principal tema dos programas mais populares dos meios de divulgação como as emissoras de rádio, de TV e as redes virtuais. Acontece, no entanto, que, ao contrário do esperado, os meios de divulgação têm apoiado programas sádicos onde a força física e o stress do corpo é que apontam para o vitorioso. Estamos voltando ao tempo das cavernas quando o medir do poder muscular fazia as lideranças e o divertimento contemplava a exacerbação do sexo.
Os absurdos em termos de pouca criatividade e engrandecimento das características perniciosas dos humanos têm conferido cada uma das edições dos BBBs e outros programas sádicos assemelhados. O investimento em temas mais sadios que melhorem o desempenho social enquanto constituídos por pessoas inteligentes, não tem encontrado lugar. Os lucros serão maiores quando se investe menos em seus determinantes. Processos intelectuais são mais elaborados e têm custo maior, equivalente aos melhores resultados para o bem da sociedade.
Infelizmente a maior população ainda é constituída por pessoas pouco preparadas e que facilmente são enganadas por produtores de programas que, em vez de educarem para o bem, querem banalizar comportamentos ou ações que merecem recato. A vulgarização dessas relações vai aos poucos minando o seio social que passa, então, a deteriorar-se apontando para uma decadência iminente. A censura a programas com esse foco deveria existir de forma absoluta. A falta da percepção desse mal imposto torna ainda mais perversas essas diversões, que produzem danos, subliminarmente, à nossa sociedade.
Na verdade, esses programas são importados de outros países, onde as leis protegem o cidadão de forma que os resultados de suas ocorrências são completamente diversos daqueles que acontecem aqui. Por exemplo, o maior percentual de audiência de um dado canal de TV não pode exceder a 7%, assim a informação perniciosa não é tão maléfica.
Esperamos que, pelo menos, adotem-se versões desses programas que se coadunem com a nossa cultura de forma a coibir os danos que acontecem nos dias de hoje. Só com atitudes responsáveis por parte de nossos comunicadores é que poderemos construir um futuro para a nossa sociedade que contemple o saber, a ética e o desenvolvimento social tão almejado por mentes sadias!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
PERSEGUINDO O SUCESSO
Infelizmente só valorizamos o comum, com as perdas. O acordar todos os dias; o uso de nossos sentidos, quando temos todos; o nosso emprego; os nossos limites; etc. Os conselhos, para as mudanças necessárias que evitarão prejuízos, nem sempre são ouvidos. A vaidade que nos consome dia a dia exige que continuemos a receber os aplausos sociais que só acontecem enquanto alimentamos os seus quereres.
O bom emprego não é dado por ninguém, você o conquista por seus esforços, tal qual o seu primeiro carro ou telefone que não chegam gratuitamente. Qualquer trabalho é digno, desde que seja executado com honestidade. O sucesso é resultado de sua aplicação e jamais ponha a culpa em terceiros pelos seus deslizes.
Nossos fracassos e erros são previsíveis quando não refletimos sobre o percurso de nossas vidas, o que nos garante sempre mais vivência para o amanhã. Nossos “professores” sempre serão menos rudes do que nosso chefe,vamos aprender com eles.
Costumamos criticar os mais velhos dizendo serem eles retrógrados e pouco informados sobre a atualidade, no entanto, esquecemo-nos de reparar que todo o novo que nos rodeia tivera origem em suas lições. As atualidades nem sempre contemplam a maturidade mental que exige maior substância para sorvê-las. Onde estarão as falhas? Nos jovens ou nos velhos?
O certo é que a nossa missão é estar sempre criando o novo que seja desejo de nossa sociedade. Isso rápido e eficiente, só assim ela nos quer. Não seja feliz sozinho, ela não está preocupada conosco. Não troque suas obrigações dentro do mercado de trabalho pelo barzinho, pelo cinema, pelo futebol, pela piscina ou por outras de suas devoções.
Na vida real, você jamais terá uma segunda chance ou a recuperação, a nota terá que ser dez ou rua, em sua atividade privada ou no seu emprego. Lembrem-se de que ninguém ama a decadência. Nas fases críticas, sacrifique-se durante a rebordosa e mantenha-se socialmente como de costume. Não troque o carro ou a casa para economizar. Mantenha-se altivo e progrida vagarosamente sem deixar que percebam o seu tropeço.
Em nosso apogeu, jamais devemos tripudiar dos mais simples ou derrotados. A vida dar muitas voltas e outros valores sociais podem fazer do perdedor seu maior parceiro ou trampolim para suas metas. Quem sabe seu futuro empregador! Assim o babaca desprezível pode se tornar, amanhã, o vencedor a sua espera. É bom estar de bem com todos, custa muito menos!
Eis, em poucas linhas, como perseguir o sucesso. Ele vem a partir dos bancos escolares, quando os interesses são despidos de iniquidade. Na sala de aula, encontramos uma amostra de nossos futuros convivas pelo mundo afora. É bom, é momento de adaptar-se ao diferente, as oportunidades surgidas, na adolescência ou juventude, são mais frequentes e puras. Na maioria das vezes, seus verdadeiros amigos são frutos de cultivos da infância e da mocidade.
O bom emprego não é dado por ninguém, você o conquista por seus esforços, tal qual o seu primeiro carro ou telefone que não chegam gratuitamente. Qualquer trabalho é digno, desde que seja executado com honestidade. O sucesso é resultado de sua aplicação e jamais ponha a culpa em terceiros pelos seus deslizes.
Nossos fracassos e erros são previsíveis quando não refletimos sobre o percurso de nossas vidas, o que nos garante sempre mais vivência para o amanhã. Nossos “professores” sempre serão menos rudes do que nosso chefe,vamos aprender com eles.
Costumamos criticar os mais velhos dizendo serem eles retrógrados e pouco informados sobre a atualidade, no entanto, esquecemo-nos de reparar que todo o novo que nos rodeia tivera origem em suas lições. As atualidades nem sempre contemplam a maturidade mental que exige maior substância para sorvê-las. Onde estarão as falhas? Nos jovens ou nos velhos?
O certo é que a nossa missão é estar sempre criando o novo que seja desejo de nossa sociedade. Isso rápido e eficiente, só assim ela nos quer. Não seja feliz sozinho, ela não está preocupada conosco. Não troque suas obrigações dentro do mercado de trabalho pelo barzinho, pelo cinema, pelo futebol, pela piscina ou por outras de suas devoções.
Na vida real, você jamais terá uma segunda chance ou a recuperação, a nota terá que ser dez ou rua, em sua atividade privada ou no seu emprego. Lembrem-se de que ninguém ama a decadência. Nas fases críticas, sacrifique-se durante a rebordosa e mantenha-se socialmente como de costume. Não troque o carro ou a casa para economizar. Mantenha-se altivo e progrida vagarosamente sem deixar que percebam o seu tropeço.
Em nosso apogeu, jamais devemos tripudiar dos mais simples ou derrotados. A vida dar muitas voltas e outros valores sociais podem fazer do perdedor seu maior parceiro ou trampolim para suas metas. Quem sabe seu futuro empregador! Assim o babaca desprezível pode se tornar, amanhã, o vencedor a sua espera. É bom estar de bem com todos, custa muito menos!
Eis, em poucas linhas, como perseguir o sucesso. Ele vem a partir dos bancos escolares, quando os interesses são despidos de iniquidade. Na sala de aula, encontramos uma amostra de nossos futuros convivas pelo mundo afora. É bom, é momento de adaptar-se ao diferente, as oportunidades surgidas, na adolescência ou juventude, são mais frequentes e puras. Na maioria das vezes, seus verdadeiros amigos são frutos de cultivos da infância e da mocidade.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
QUAIS OS VALORES NAS RELAÇÕES HUMANAS?
Ao ler o texto de Luiz Felipe Pondé, sob o título jornalístico “As pessoas só valem pelo que servem para as outras”, que tomou o lugar do original “Ética”, fui motivado a escrever este artigo que busca dar compreensão ao comportamento social um tanto egoísta, objetivando o como sair desse impasse. Partiremos da premissa de que quase todo o comportamento humano é consequência do condicionamento social que define nosso fenótipo. Entre os humanos, o companheirismo ou mesmo um relacionamento qualquer só tem lugar enquanto houver uma troca de interesses.
No casamento, o estar junto significa a perpetuação da espécie, o gozo do companheirismo nas alegrias, o apoio na dor, assim como a diversidade de se ser junto para os diversos eventos sociais que a vida oportuniza. Quando dois somos, não encontramos lugar para o viver só.
O desastre acontece e, de repente, sentimo-nos subtraídos de nossa cara metade por inteiro. No casamento ou noutro tipo de relação humana, não queremos amargar o impedimento de continuar convivendo como antes. Essa pessoa que, agora fora de “combate” por força do mal adquirido, é obrigada a ser dependente de nós e pouco nos completa, só nos “usa”.
Somos obrigados a deixar de participar de tudo mais que a vida nos oferece para nos dedicarmos a tratar da companheira ou do companheiro? Vem então a cascata de razões que exigem o abandono daquele convívio em busca de outros que poderão existir ou não, mas que, a princípio, garantirão o viver exuberante e completo como antes! O melhor é contar com a colaboração de profissionais que cuidarão do abandonado. Ninguém está obrigado a “sucumbir” com ninguém. Será realmente essa a saída para o bem dos dois? Ou existirão outras soluções menos traumatizantes?
Na verdade, a solução está na negação dos condicionamentos infames criados pela sociedade que quer falar sempre por cada um de nós. Quantas pessoas são felizes vivendo apenas em companhia de um gato, um cachorro, que não fala nem age como “companheiro”? Os prazeres humanos são incalculáveis graças à inteligência que as pessoas possuem! Substituir os conceitos pobres e preconceituosos por todo o caudal que a tecnologia e o acesso fácil ao conhecimento nos trazem hoje é encontrar toda a felicidade que poderá existir dentro de nós e que a fúria do viver em companhia avassaladora não nos deu oportunidade de experimentá-la.
A mulher um dia teve acesso à informação e atualmente experimenta diversos prazeres inexistentes no século dezenove, mas que hoje jamais viveria sem eles! Ninguém é objeto de ninguém. Todos nós temos o direito de opinar no nosso viver. Os prazeres nem sempre são universalizados. Existem pessoas e pessoas, e cada uma delas, dentro de sua individualidade, faz suas escolhas exclusivas! Não é a forma de ser, é a coragem de trocar e renovar-se que faz as grandes mudanças de condicionamentos. Não adianta fingir uma vida não vivida e desejar uma continuidade daquilo que nunca existiu. A oportunidade de reviver aproveita-se da coragem adquirida com a desgraça do outro!
No casamento, o estar junto significa a perpetuação da espécie, o gozo do companheirismo nas alegrias, o apoio na dor, assim como a diversidade de se ser junto para os diversos eventos sociais que a vida oportuniza. Quando dois somos, não encontramos lugar para o viver só.
O desastre acontece e, de repente, sentimo-nos subtraídos de nossa cara metade por inteiro. No casamento ou noutro tipo de relação humana, não queremos amargar o impedimento de continuar convivendo como antes. Essa pessoa que, agora fora de “combate” por força do mal adquirido, é obrigada a ser dependente de nós e pouco nos completa, só nos “usa”.
Somos obrigados a deixar de participar de tudo mais que a vida nos oferece para nos dedicarmos a tratar da companheira ou do companheiro? Vem então a cascata de razões que exigem o abandono daquele convívio em busca de outros que poderão existir ou não, mas que, a princípio, garantirão o viver exuberante e completo como antes! O melhor é contar com a colaboração de profissionais que cuidarão do abandonado. Ninguém está obrigado a “sucumbir” com ninguém. Será realmente essa a saída para o bem dos dois? Ou existirão outras soluções menos traumatizantes?
Na verdade, a solução está na negação dos condicionamentos infames criados pela sociedade que quer falar sempre por cada um de nós. Quantas pessoas são felizes vivendo apenas em companhia de um gato, um cachorro, que não fala nem age como “companheiro”? Os prazeres humanos são incalculáveis graças à inteligência que as pessoas possuem! Substituir os conceitos pobres e preconceituosos por todo o caudal que a tecnologia e o acesso fácil ao conhecimento nos trazem hoje é encontrar toda a felicidade que poderá existir dentro de nós e que a fúria do viver em companhia avassaladora não nos deu oportunidade de experimentá-la.
A mulher um dia teve acesso à informação e atualmente experimenta diversos prazeres inexistentes no século dezenove, mas que hoje jamais viveria sem eles! Ninguém é objeto de ninguém. Todos nós temos o direito de opinar no nosso viver. Os prazeres nem sempre são universalizados. Existem pessoas e pessoas, e cada uma delas, dentro de sua individualidade, faz suas escolhas exclusivas! Não é a forma de ser, é a coragem de trocar e renovar-se que faz as grandes mudanças de condicionamentos. Não adianta fingir uma vida não vivida e desejar uma continuidade daquilo que nunca existiu. A oportunidade de reviver aproveita-se da coragem adquirida com a desgraça do outro!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O ECO DO PLANETA TERRA
Há noventa anos, surgiu a primeira comunicação a distância através de ondas eletromagnéticas. A partir daí, foi possível transmitir-se alguns de nossos sentidos. O som e a imagem, que puderam ser logo percebidos a milhares de quilômetros da sua origem. Reportagens que só chegariam a destinos longínquos após alguns dias chegavam agora em poucos segundos.
Dos seis sentidos objetivos: visão, audição, olfato, paladar, tato e térmico só três não puderam viajar através do “éter” – nome adotado antes de se saber que as ondas eletromagnéticas eram transmitidas inclusive no vácuo (espaço com ausência de matéria, ar etc.). A ignorância humana criou esse ente éter para justificar as transmissões das ondas “de rádio”, pois as ondas até então conhecidas, materiais e sonoras, precisavam de um meio molecular para sua transmissão. O éter, imaginário, daria a condição de propagação às ondas eletromagnéticas.
Esse ente imaginário era tão propagado e justificado que as estações de rádio em suas falas diziam: rádio PRX transmitindo através do éter na frequência de tantos kc/s (quilociclos por segundo, hoje quilohertz). Era a justificativa para a falta do saber, que a vaidade não permitia, acerca do novo e desconhecido.
Hoje, quando ouço falar de buraco negro, milhões de anos (quando o carbono 14 só define até 5.700 anos, fonte internet), acho graça de quão vaidosos e ignorantes são nossos cientistas e quão tolos são os humanos em acreditarem nessas fantasias e/ou ficções científicas como fatos verdadeiros.
Existirão seres vivos em outros planetas? Claro que sim, guardadas as características novas que alimentarão esses seres, próprias do lugar. Os humanos esperam que eles tenham rádio igual ao nosso e assim por diante, e vivem espantados porque ainda não receberam mensagens desses alienígenas espaciais, como se o universo fosse se moldar de forma igual ao pensar dos terráqueos que habitam um mísero planeta de uma de nossas galáxias (se é verdade que existem em milhares).
A própria ciência diz existirem, no espaço universal, raios CGR (cósmicos galácticos raios) resultados de supernovas, que destroem todo ser vivo. Como querem então viajar para Marte e outros lugares em naves tripuladas? E como querem acreditar em óvnis? Não vamos esquecer a mentira do éter, comentada de início.
É uma pena se gastar milhões de dólares em filmes fantasiosos sobre a formação do Universo e outras estórias, quando, tão perto de nós, existem necessidades verdadeiras clamando por um pouco mais de atenção. Talvez, nesses guetos esquecidos em tantos lugares deste planeta Terra, esteja a solução para a ignorância que não quer calar e vive divulgando inverdades para parecer grande o saber científico.
Nós não temos o direito de achar que todos os seres do cosmos têm as mesmas aptidões e que as nossas descobertas correspondem às mais evoluídas do universo. Não transmitimos, a distância, o olfato, o paladar e o tato, pois são moleculares e não ondulatórios, isto é, possuem massa. Será que os extraterrestres têm esse poder ou conhecimento? Assim, vamos estudar mais para, pelo menos, sermos mais simples (humildes) e então propagar as verdades científicas!
Dos seis sentidos objetivos: visão, audição, olfato, paladar, tato e térmico só três não puderam viajar através do “éter” – nome adotado antes de se saber que as ondas eletromagnéticas eram transmitidas inclusive no vácuo (espaço com ausência de matéria, ar etc.). A ignorância humana criou esse ente éter para justificar as transmissões das ondas “de rádio”, pois as ondas até então conhecidas, materiais e sonoras, precisavam de um meio molecular para sua transmissão. O éter, imaginário, daria a condição de propagação às ondas eletromagnéticas.
Esse ente imaginário era tão propagado e justificado que as estações de rádio em suas falas diziam: rádio PRX transmitindo através do éter na frequência de tantos kc/s (quilociclos por segundo, hoje quilohertz). Era a justificativa para a falta do saber, que a vaidade não permitia, acerca do novo e desconhecido.
Hoje, quando ouço falar de buraco negro, milhões de anos (quando o carbono 14 só define até 5.700 anos, fonte internet), acho graça de quão vaidosos e ignorantes são nossos cientistas e quão tolos são os humanos em acreditarem nessas fantasias e/ou ficções científicas como fatos verdadeiros.
Existirão seres vivos em outros planetas? Claro que sim, guardadas as características novas que alimentarão esses seres, próprias do lugar. Os humanos esperam que eles tenham rádio igual ao nosso e assim por diante, e vivem espantados porque ainda não receberam mensagens desses alienígenas espaciais, como se o universo fosse se moldar de forma igual ao pensar dos terráqueos que habitam um mísero planeta de uma de nossas galáxias (se é verdade que existem em milhares).
A própria ciência diz existirem, no espaço universal, raios CGR (cósmicos galácticos raios) resultados de supernovas, que destroem todo ser vivo. Como querem então viajar para Marte e outros lugares em naves tripuladas? E como querem acreditar em óvnis? Não vamos esquecer a mentira do éter, comentada de início.
É uma pena se gastar milhões de dólares em filmes fantasiosos sobre a formação do Universo e outras estórias, quando, tão perto de nós, existem necessidades verdadeiras clamando por um pouco mais de atenção. Talvez, nesses guetos esquecidos em tantos lugares deste planeta Terra, esteja a solução para a ignorância que não quer calar e vive divulgando inverdades para parecer grande o saber científico.
Nós não temos o direito de achar que todos os seres do cosmos têm as mesmas aptidões e que as nossas descobertas correspondem às mais evoluídas do universo. Não transmitimos, a distância, o olfato, o paladar e o tato, pois são moleculares e não ondulatórios, isto é, possuem massa. Será que os extraterrestres têm esse poder ou conhecimento? Assim, vamos estudar mais para, pelo menos, sermos mais simples (humildes) e então propagar as verdades científicas!
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