AS MAIS LIDAS DA SEMANA

AS MAIS LIDAS DA SEMANA
AS MAIS LIDAS DA SEMANA

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

QUEM ISSO FAZ, DISSO CUIDA

            Infelizmente, as atitudes das pessoas retratam seu interior que não raras vezes é cheio de rancores, inveja e vaidade. Essa última característica, a vaidade, é o predicado mais terrível que habita a grande maioria, para não dizer a totalidade dos humanos. No nosso país, criam-se leis que não contemplam o bem social, mas principalmente são cunhadas na exploração dos trabalhadores ou no cerceamento de seus direitos. A dissimulação é terrível no intuito de buscar as informações do contribuinte sem que ele perceba que está sendo perseguido em sua privacidade na área financeira. 
            Assim, simulam, obrigando as lojas a pedirem o CPF do cliente com o engodo de estar fidelizando o comprador e assim poder dar descontos nas compras ali realizadas. Esse e outros expedientes vão em busca de verificar se os gastos do contribuinte estão indo além das receitas auferidas e declaradas no imposto de renda, esquecendo que muitas vezes se adquire para terceiros encomendas financiadas pelo solicitante da compra. 
            O controle das contas bancárias também acontece tirando a privacidade do contribuinte na intenção de explorá-lo de forma extorsiva, com leis que só são válidas para o contribuinte que não faz parte da “gangue de políticos” que possuem isenções e leis especiais que a cada dia fazem uso dos impostos, que deveriam servir aos consumidores, para mordomias exclusivas para si e seus descendentes. 
            Acostumados com seus próprios vícios de “querer levar vantagem em tudo”, os legisladores criam leis que dificultam o exercício da profissão dos contribuintes com o objetivo de receber propina para darem a solução para as dificuldades criadas pelas novas determinações legais criadas por eles mesmos. Exigindo que as instituições financeiras informem o movimento das contas de seus clientes quando o valor movimentado for acima de certos limites, o governo cerceia a liberdade e privacidade dos contribuintes com a desculpa de evitar negociação dos “fora da lei” que podem prejudicar a “economia do país”.
            Sobreviver num país governado por pessoas sem caráter e com leis que só existem para prestigiar as classes minoritárias, como legisladores, executivos estatais e ministros a qualquer nível, é muito difícil. Assim, a toda hora muitos brasileiros se reservam o direito de emigrar para países que usam de critérios honestos na administração pública e que permite ocrescimento dos seus cidadãos.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

HOSPITAL

             
              E de repente nos despojamos de tudo e sobra aquele corpo nu para a hora do banho! Enfermeiras e enfermeiros desnudam você nos mínimos detalhes que vão desde os de seu corpo até o do pensar naquele momento em que você se sente totalmente desprotegido. Nesse momento, as mínimas reações se deixam ser observadas pela plateia presente que apenas curte a ausência de seu corpo tão comum para os que já têm em mente o filme de todos os anos de observação de leitos nas horas muitas vezes insones de seu trabalho.
         Nachegada, traz-se consigo o mínimo necessário para se instalar, mas aos poucos isso cresce nas buscas do conforto deixado com apenas sua ausência. A bagagem que cabia em seu corpo em poucas horas acumula-se em sacolas e malas que sinalizam uma permanência mais duradoura fora de seus pertences!
         Os horários rígidos no tomar das informações vitais de seu corpo, no trazer das suas refeições, na exigênciado horário para seu sono reparador mais parecem a cadência de um caminhar para a ausência de sua liberdade! E tudo isso acontece dia a dia com um ritmo uníssono sem timbre e sem variação de compasso! A mudança dos rostos que lhe atendem nos primeiros momentos de internaçãoérepetida em ciclos com períodos que obedecem a uma lei de recorrência simples. Não adiantam as simpatias ou aversões, ela segue o ritmo das jornadas. Todos os olhares simplesmente não têm coração”, cumprem a tarefa da observação clínica! 
         As refeições insípidas denunciam que você está mais para sobreviver do que viver! Seus prazeres se resumem ao pensamento ansioso da volta ao seu habitat costumeiro e sem vacilo. O banho resumido a esfrega de uma gaze ou toalha umedecida com líquido de limpeza lava seu corpo que sente saudades do deslizar do sabonete sob o correr das águas mornas cadentes de sua fonte suspensa.
         É bom saber que toda evolução requer sacrifícios e muitas vezes até violência psicológica. A saúde não faz exceção. E finalmente nos distanciamos do acolhimento clínico para conviver novamente com as nossas circunstâncias! E lá vão malas e malas, sacos e sacolas cheias de tudo que tentaram nos dar para o conforto, e mesmo assim não encontramos “sabor” longe de nossos quereres.
         Os momentos e os rostos ora esquecidos talvez jamais sejam lembrados nos momentos de saúde e prazer! Mas fiquem certos de que eles estarão sempre em prontidão para você ou qualquer um outro igual que vive perto ou longe de sua morada ansiosamente desejada.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A GULA FISCAL

            Quando você faz uma doação de um bem imóvel para outra pessoa, o beneficiado é obrigado, quando do registro, a pagar o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, Intervivos), que é municipal. Quando você compra um bem imóvel ao incorporador, é necessário registrá-lo em seu nome e cadastrar na prefeitura como dono e apto a receber todos os “benefícios” do governo municipal, como sejam: asfaltamento das ruas, coleta de lixo, entre outros. Ora, o imóvel não é novo e nem mudou sua área construída, mas já é solicitado que se paguem os impostos e serviços previstos. 
            O ITBI, que inclusive é um imposto altíssimo, é cobrado sobre o valor calculado, no momento da compra, pela própria prefeitura independentemente do preço pago pelo comprador. A mudança do proprietário não sinaliza nenhum investimento da prefeitura e, portanto, não deveria produzir ônus para o novo dono do imóvel. O IPTU, que tem aumento anualmente e não inclui nenhum serviço do governo municipal, como iluminação pública, bombeiros e outros que são cobrados em separado, já cobre as despesas do município.
            O mais absurdo é que os serviços sociais ou comunitários, que são obrigação do governo, são executados de forma restrita e muitas vezes com resultados a desejar. Escolaridade para as comunidades carentes, serviços hospitalares e segurança para todos clamam por melhorias e ampliação. A cidade cresce, a população aumenta e, em consequência, os contribuintes e a prefeitura continuam sem expandir os seus ofícios. A ampliação da área do município com a expansão da população não leva os governantes a ampliar os seus serviços às áreas expandidas com o crescimento populacional, impossibilitando o aumento da produtividade dos negócios ali instalados. Imposto sem retorno é gula fiscal com outros interesses.
            Dessa forma, assistimos a uma luta sem precedente dos comerciantes e prestadores de serviço que enfrentam as dificuldades de transporte e o mau cuidado com os logradouros que sofrem com o desgaste da chuva e do sol, deixando a população com estradas esburacadas e calçadas a desejar. Assim, o imposto que deveria servir para melhorar o viver da população termina sendo empregado em elefantes brancos que servem para gerar comissões (propina) para os governantes contratantes dessas “obras” muitas vezes sem função e término.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

A CRIAÇÃO DO UNIVERSO – PARTE III – (Universo, o Deus absoluto)

            Criamos um deus com a necessidade de proteção e parceria para dividir as nossas culpas. É a vaidade de ser infalível e imbuir ao seu Deus todo o poder e conhecimento universal, omnisciente. Para encurtar as respostas, lhe damos a propriedade de estar presente em todos os lugares, ubiquidade. A partir dessa concepção, nos resguardamos de todos os passos pelos quais transitamos. Nos encantos: “Consegui porque me esforcei! Cresci porque lutei! Ganhei porque sou inteligente!” Mas, nos desencantos: “Não consegui! Submergi! Perdi! PORQUE DEUS QUIS!

            A imaginação desse ser supremo não progrediu nos tempos! Adorar um bezerro de ouro talvez seja uma forma maior de dar “status” a um deus que é representado por “quem” nos transporta, nos alimenta, nos faz companhia e não interfere diretamente em nossas vidas. A adoração ao Sol ou à Lua é definir um deus mais consistente no conceito de superioridade e não alcançabilidade, (observemos a época desses deuses).  Com todos os senões, eles são imagens diferentes dos humanos! Deuses são diferentes, superiores! 
            Nos últimos milênios, criamos um Deus à nossa imagem e semelhança. Isso significa que a nossa vaidade não deixou de influir na definição de um Salvador! Aquele que buscamos nas épocas de crise não sublimou a nossa vaidade! O conceito de Deus deve ser absoluto! Não se tem que entender suas ações! Temos que aceitá-lo como o inexplicável, o supremo o diferente por si mesmo! Assim, conceituamos o nosso Deus não como o criador do Universo, mas como o próprio Universo e a ele damos a “vida” eterna, omnisciência e ubiquidade. O Universo nunca foi criado, nunca nasceu e nunca terá fim. Para um Deus, não há de se esperar a finitude!
            Não adianta buscar as causas das intempéries terrestres, todas estão definidas pelas influências universais que buscam o equilíbrio. Não somos as únicas criaturas nem se esgotaram as mutações celulares que vão gerar novas espécies! Sempre iremos buscar, numa carreira louca e pálida, a explicação para as diversidades que nos afetam. Nunca encontraremos a causa do imponderável! Esquecemos que todo nascer é exuberante! Os novos não têm que se moldar as criaturas viventes! As multiplicações sempre mostrarão mais um único, não só como espécie mas dentro das próprias espécies!

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

A CRIAÇÃO DO UNIVERSO - PARTE II – (Universo, o senhor de si mesmo)

                 
                 Não estamos habituados a ideias que fogem dos nossos costumes; todos tememos o desconhecido. Dessa forma, é melhor acomodar-se a mentiras que estão cheias de nossas convicções do que ter que reconstruir novos modelos que contemplem o atual conhecimento da humanidade e sua repousante ignorância. Tudo que nos cerca teve um início e predizemos um fim para ele! Nada deixou de surgir e nada deixará de fenecer! Essa é a história que nos acomoda o pensar e ainda deve-se levar em conta todos os investimentos feitos em mentiras que não podem ser negadas agora, como, por exemplo, a viagem à Lua. 
            Falar do “mundo” e querer ditar regras para o seu nascimento são meras especulações que simplesmente agradam ao conhecimento dentro dos modelos atuais: tudo tem um início e tudo tem um fim! Como, então, vamos admitir que o universo sempre existiu e que jamais terá um final? Escrevemos, no artigo anterior correlato, que o nosso conhecimento e performance do pensar não admite o eterno por si mesmo e, assim, essa busca é satisfeita através das religiões que tentam fazer palpável o imponderável em troca de vidas eternas e prazerosas. As bases repousam sempre na fé, que é o acreditar, sem provas, nos destinos futuros, definidos pelos homens que satisfazem a vaidade do possuir da humanidade.
            Dessa forma, procuramos justificar o desenvolvimento do planeta Terra sem cuidar do evento maior, o universo. E falamos do planeta fogo, do planeta gelo, das chuvas ácidas e mais e mais ideias que jamais poderão ser provadas, assim como não serão negadas. Por isso, permanecem as afirmações e “desaparecem” as dúvidas das justificativas dos fatos! A “sabedoria” dos humanos lhes confere sempre as justificativas nefastas dos ocorridos, pois a vaidade não será incauta descordando do que não pode provar em contrário. Assim, vivemos um mundo de conceitos criados sem cabimento em louvor à supremacia da inteligência dos homens! Inventamos os buracos negros como verdadeiros sumidouros de energia para justificar a transformação da mesma em alguma forma desconhecida. Apelidamos fenômenos com termos jamais usados na ciência como a justificativa do novo sem resposta! 
            Admitir seu pouco alcance diante das maravilhas que nos cercam é testemunhar a pobreza pertencente a todos os seres viventes! A humanidade sempre quis justificar o inexplicável, o arrebatador, o grandioso e não teve sucesso. Só o apelo para o imponderável justificaria a superioridade não pertencente ao espaço universal. Nada pode ser criado dentro de si mesmo (nosso pouco alcance cognitivo); assim temos que imaginar um criador, um Deus! 

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

A CRIAÇÃO DO UNIVERSO – PARTE I – (Universo hermético e desconhecido

           
Quando falamos do universo imaginamos um “vazio” ocupado por corpos celestiais que brincam com movimentos em torno de si mesmo e de outros associados ao espaço sideral. Tudo isso graças aos estudos feitos baseados na visão através de telescópicos e contagem de intervalos de tempos do aparecer em sequência das mesmas configurações vistas anteriormente. Tudo bem se a ignorância de certos conceitos ainda fossem verdadeiros, no entanto, dos estudos científicos já comprovados, a ciência admite que não se pode concluir coisa alguma quando as observações de algum fenômeno forem feitas de um sistema acelerado, ou, como queiram, não inercial. 
            Dessa forma, tudo que se falou até hoje do espaço que contempla o universo carece de consistência científica; ou tudo que se pregou até hoje não é verdadeiro. As quimeras de viagem à Lua, prospecções ao planeta Marte ou ao planeta Plutão são verdadeiros delírios dos pesquisadores que buscam, com seus sensacionalismos, sensibilizar fundações e grandes empresários no intuito de receber dotações que permitam a continuidade de suas pesquisas.
            O desconhecimento total dos campos que enlaçam o espaço universal jamais permitiria o planejamento de viagens interplanetárias ou a simples saída de nossa atmosfera para o “vazio” do espaço maior. No cosmos, as leis não funcionam como em nosso planeta. Nunca se recepcionou nenhum tipo de campo extraterrestre invadindo a Terra. Funcionamos com uma espécie de blindagem que nos resguarda das influências objetivas do universo sobre nosso mundo: a atmosfera, resguardando a temperatura que garante a nossa sobrevivência; os vulcões e os terremotos, equilibrando as pressões do interior da Terra; os furacões e tufões, dissipando em seus movimentos a energia acumulada nos desequilíbrios climáticos e, finalmente, os raios, degradando o acúmulo de potência elétrica gerada pelo deslocamento das nuvens graças aos movimentos produzidos pelo vento. Tudo isso para garantir o equilíbrio do Planeta com pouca influência do cosmos.
            Isso posto, não devemos estar tão seguros das informações que falam das descobertas espaciais ou características e movimentos dos corpos celestes! A vaidade dos humanos sempre está criando mitos e fantasiando descobertas nunca antes alcançadas! Melhor é ter a consciência da nossa capacidade limitada e simplesmente ter um olhar mais crítico para as “descobertas” e definições vaidosas que chegam e estão por vir!     

segunda-feira, 30 de julho de 2018

MULHER E OS GENES DO HOMEM

            Os estudos atuais dos genomas demonstram que o genótipo humano é capaz de sofrer alterações durante o decorrer do tempo. Assim, uma pessoa que tem certas características genéticas pode, no decorrer da vida, alterar o seu fenótipo (características adquiridas mais as inatas) não por causas externas ao seu corpo, como é sabido e natural, mas sim alterando o seu genótipo. Essa alteração nas características genéticas se dá naturalmente por influências dos costumes, alimentação e fatores psicológicos.
            Fora o trabalho e seu ambiente, outro fator predominante nas mudanças genéticas é a família e suas circunstâncias. Dentro desse universo familiar, a esposa ou o cônjuge é quem mais influencia nessas alterações. Exigindo sempre o máximo de seu companheiro e limitando o seu espaço, a companheira do casal exerce forte influência psicológica e de costumes sobre o seu parceiro. Isso se deve ao fato de a “mulher” ser mais radical em suas questões do que o “homem”. Com informação pré-natal mais exuberante, a mulher tende a ter uma visão mais abrangente do que o homem. Assim, não deixa escapar uma oportunidade para criticar ou mudar o seguimento do seu companheiro quando existe um interesse particular dela que será atingido com essa crítica ou mudança. Essa reviravolta muitas vezes é alcançada sem o marido perceber, pois para ele um outro enfoque é apontado nas mudanças do direcionamento.
            O nosso cérebro sempre busca o prazer para a nossa vida, tanto para o corpo como para a mente, e uma forma de atender a essa missão cerebral é adequar-se às mais incríveis investidas femininas. Como os objetivos do par são diversos, vai existir sempre uma acomodação confortável não só para um mas também para o outro. Isso é alcançado graças à maior inteligência do homem, que supre sua deficiência na informação inata ou pré-natal, e faz florescer outros encantos não previstos pela companheira sabedora. Sempre achando-se conhecedora de tudo, a esposa fica sempre a brilhar com a luz emitida pelo seu companheiro e guardião. 
            O homem está sempre disposto a acomodar-se, e, assim, permitir-se a mudanças em seu âmago graças às investidas capciosas de sua companheira que, dessa forma, será capaz de mudar os loci de seus genes. É natural que influências no genótipo da mulher sejam também promovidas pelo homem companheiro, mas jamais alcançarão o nível das influências femininas.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE JOVENS COM DEFICIÊNCIA

            Já falamos na inclusão de jovens com deficiência na escolha de suas atividades e profissão. Agora, nos chega a oportunidade de como preparar essas pessoas para o mercado de trabalho. A princípio, não podemos duvidar da capacidade de superação das pessoas com deficiência em executar tarefas que inicialmente seriam totalmente inadequadas para ela, como, por exemplo, sem os braços e sem as pernas, dirigir um automóvel, tocar piano, pintar ou subir degraus. No entanto, quando nos propomos a formar jovens deficientes para uma atividade profissional, temos que utilizar todo o seu potencial disponível e não procurar torná-lo eficiente no que não sejam as suas condições psicossomáticas. Utilizar o que eles têm e esquecer o que eles não têm deve ser a premissa desses educadores no preparo desses profissionais. 
            Assim, respeitando o que sobra nos deficientes e utilizando todo esse potencial para aprimorar as técnicas profissionais nesses educandos, estaremos preparando nosso discípulo como fazemos com qualquer outro aluno regular, sem deficiência aguçada, durante a sua preparação para o mercado. Existem hoje vários auxílios didáticos para a formação de deficientes que veem em auxílio pedagógico aos professores durante as aulas expositivas e práticas nas áreas específicas.
            No caso da microcefalia e de outros distúrbios genéticos, temos que dar o trato pedagógico de acordo com as características cognitivas do educando, normalizando o alcançado por toda a classe e ele, e dedicando capítulos exclusivos adequados às necessidades dos diferenciados mentalmente. Mesmo com comprometimento genético, o ser sobrevive se a ele se der o respeito e a condição que atinjam o seu entendimento. Todos nós somos diferentes, assim, cada ser é um deficiente em relação ao seu par, pois não comunga com todas as características de seu igual. Não deve se ver como doença as nossas diferenças, ninguém é clone!
            Desde o berço da educação até a formação maior, pós-universitária, encontramos colegas que colaboram com a diversidade de cérebros capazes de criar o novo e fazer questionamentos que sempre enriquecerão nossos mestres e companheiros.