AS MAIS LIDAS DA SEMANA

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domingo, 14 de maio de 2017

ABUSANDO DO PODER

   
      Voltamos a anos atrás e concluímos que mudaram as moscas, mas os excrementos continuam a alimentá-las. Anos passados, o governo exigiu que todos os autos portassem “kits de primeiros socorros” para serem utilizados em caso de acidentes no trânsito. Sem cursos de instruções paramédicas, logo o estado viu que a exigência não funcionava e a lei feneceu. Quem gastou, gastou. Quem foi multado, pagou. E o governo a ninguém indenizou, e quem vendeu o “kit” ganhou junto! Outra peça que resiste até hoje é a mudança drástica das tomadas de energia, causando grande prejuízo às indústrias e aos cidadãos que tiveram de mudar seus equipamentos para satisfazer a uma nova ideia que veio apenas para beneficiar os fabricantes dos novos terminais elétricos.
            Os extintores de incêndio, obrigatórios nos veículos, passaram por várias classificações, a última (tipo ABC). E depois de trocas e compras, extinguiu-se a obrigatoriedade de seu uso em 2015. Mais uma vez: multas cobradas, extintores vendidos, dinheiro jogado fora para nada! Mas fiquem certos de que alguém ganhou com isso e não foi o povo brasileiro contribuinte, mas certamente a classe política e os fabricantes.
As leis no Brasil são feitas às escondidas da noite, com intuito de beneficiar as classes que nada produzem a não ser ruídos: a maioria dos políticos e os grandes grupos que têm condição de dar propina aos “mandantes”. Não se faz estudo de sua viabilidade e só veem os lucros nas multas e “gratificações” recebidas dos grupos beneficiados.
            Agora é a lei dos faróis acesos. Sem estudo algum, a lei obriga a se utilizar os faróis dos autos acesos independentemente da via ser de mão única, ser de noite ou de dia, estar chovendo ou não, etc. E vamos às multas, à sobrecarga da bateria, à redução da vida dos faróis, etc. Todos esses gastos estão acontecendo. Quando a nova lei caducar, os gastos e os pontos na carteira não serão recuperados como aconteceu nos últimos eventos citados nesses comentários.
Por isso é que eu chamo esse regime atual e outros atrás de “DITADURA BRANCA”: leis sem sentido aprovadas às escondidas para sacrificar o povo brasileiro em benefício de minorias desonestas. Queremos as justificativas técnicas com estatísticas de melhorias quando se adota e quando se relaxa essas diversas “leis” serviçais ao poder. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

ALMA, ESPÍRITO OU ENERGIA VITAL

            É muito interessante o raciocínio que a humanidade produz acerca das características subjetivas do homem. A vaidade, como sempre, dita conceitos incoerentes e todos vão se contentando com as explicações descabidas dos magos da ciência. A sociedade científica diz que o raciocínio, a criatividade e a introspecção fazem dos homens os seres capazes de ter a energia vital (para os incrédulos) ou o espírito (para os crentes)! Os animais ditos irracionais não possuem alma e assim só guardam a energia vital. Mas qual a diferença entre espírito e energia vital? Tenham certeza de que nenhuma diferença existe.
            O trabalho das células que habitam o corpo dos seres vivos, inclusive o corpo dos vegetais, tem as características do movimento e da comunicação, assim como nos seres humanos. As plantas carnívoras reservam sucos fabulosos para atraírem os insetos, seus alimentos, e elas também se movimentam em busca dos raios solares; as aves migram para outras regiões quando lhes falta alimento ou segurança na sua procriação. Assim também fazem outras espécies animais e, tal qual, o homem sempre busca suas melhoras. A grande diferença é que os humanos precisam modificar a natureza para adquirir os seus “encantos”, diferente de outros seres vivos que buscam suas necessidades utilizando-se do que a natureza lhes dispõe.
            Nessa perspectiva, é chamado de energia vital o ciclo realizado pelo nosso organismo para a renovação celular e o crescimento, por exemplo, de nossos cabelos, unhas e orelhas, durante a nossa fase de adulto. Esse trabalho celular é muito mais difícil de ser realizado do que o simples raciocínio ou o falar, pois envolve uma infinidade de variáveis, inclusive um esforço subjetivo de mente e memória. Se não sabemos o porquê das coisas, não temos que inventar outro tipo de base (diferente de células materiais) para construir o desconhecido (sentimento), chamando-o de energia vital. Jamais devemos permitir que a vaidade humana transforme a ignorância em falácias que inibem a pesquisa do conhecer verdadeiro. Qual a “energia vital” de um robô? A eletricidade. E isso nós temos nas células, nas trocas de sódio/potássio. Alma, espírito ou energia vital, enfim, não são acontecimentos abstratos, são sinônimos, são tão somáticos quanto o cheiro ou a visão, simplesmente são mecanismos que ocorrem no âmago de nosso corpo, nas células.