domingo, 19 de outubro de 2014
VOCÊ NÃO CONSEGUE ESCOLHER BEM PORQUE SE APAIXONA!
Para
se fazer uma boa escolha, o sucesso maior está na comparação. Falamos de uma
escolha que garanta uma satisfação duradoura com o escolhido. É natural que a
falta de opção muitas vezes deixe você sem o direito de comparar para escolher;
assim, devemos, antes de qualquer processo de escalação, pesquisar todos os
detalhes que envolvem os “objetos litigantes” para depois partir para uma
escolha, que, só desta forma, será gloriosa.
Assim,
como em qualquer processo que você participa com sua opinião, o caudal de
informações adquiridas deve ter origem sadia e você, isenção de influências de
terceiros. A princípio, seguindo-se essas duas diretrizes, parece absoluta a
certeza de uma boa escolha em qualquer campo. A não influência de terceiros
valoriza sua fala que acontece como sua e não clonada, que perde a riqueza da
diversidade.
O
cérebro humano vive em busca de satisfazer seu senhor, o corpo por inteiro; e,
nessa ânsia, muitas vezes produz um mal maior em troca de satisfações limitadas
e efêmeras. Seu time está jogando e seu cérebro a cada minuto aumenta sua
emoção e prazer enviando adrenalina para a corrente sanguínea, deixando-o
bastante excitado. Uma emoção maior chega sem jeito e lá vem o enfarte! Diz-se:
“morreu de graça”! Mas, quem matou esse torcedor?
O
cérebro? A adrenalina? O futebol? Não, a paixão. Infelizmente se vive
apaixonado a cada momento, por filmes, por futebol, por teatro, por serviço bem
feito, por cumprimento de ordens dadas, pela cara metade, e assim vão a cada
minuto surgindo os aborrecimentos desgastantes que sufocam, que desgastam, que
envelhecem! Aborrecimentos por contrariarem ou impedirem esses quereres. O pior
é que dificilmente se controlam essas paixões.
Assim
chegamos ao título do artigo. Para uma boa escolha o mais importante não são as
diretrizes citadas de início, mas a isenção de paixão. Não adianta você estar
bem informado e não seguir sugestões de ninguém se você está apaixonado! A sua
paixão pode desviar você da melhor escolha. Dessa forma, tenha certeza de que
as suas escolhas estão livres das influências de suas paixões. Neste momento, apaixone-se
por sua escolha, e viva bem!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
NINGUÉM ESCOLHE SER GAY
Cada
dia que passa mais aumenta a ignorância do povo em geral, no que concerne a
conhecer o significado da individualidade dos seres vivos. Individualidade quer
dizer que cada ser é único, mas possuem pontos comuns que são destacados por
bandos que são denominados pela característica comum ao grupo. Os baixos, os
magros, os anões, os negros, os amarelos, os homossexuais, as mulheres, os
deficientes físicos, os cegos, os agnósticos, os cantores, os artistas
plásticos, etc. - só para citar possíveis grupos. Mas dentro desses possíveis
grupos existem diversos subgrupos que são rotulados também e assim por adiante
até chegar-se ao indivíduo que destoa em cada célula de todos os sete bilhões
de semelhantes seus que habitam o planeta Terra. Assim, João é um surdo,
branco, de cabelos castanhos, homossexual, de estatura média, religioso, etc.,
e é um ser único em suas atitudes, pensamentos, etc. Todas as características
pertencem a grupos e subgrupos até a individualidade expressa pela digital.
Por
que os humanos não entendem assim? É muito simples. Apesar de se falar tanto em
espírito e mente ninguém identifica as diferenças cerebrais existentes. A
grande maioria que pensa tão parecido uns com os outros, influenciados por
lideranças que ignoram essas razões postas acima, radicalizam a
incompatibilidade de seu grupo com outros. “Foi um erro genético, o nanismo, o Down,
o autista”, tudo para dizerem que são diferentes e não pertencem a esse grupo
que “dá medo”, por ser minoria. Lésbicas e gays são pervertidos ou
desvirtuados, simplesmente porque não querem que sejam humanos assemelhados,
mas essa classificação é propagada pelos covardes e inseguros.
A
imprensa elege e dita as normas dizendo: foi a escolha sexual, etc., como se a
própria natureza não definisse as pessoas como elas são. O pior é que os
próprios homossexuais aprovam essa fala. Não se definirem como um indivíduo que
tem uma mente desencontrada de seu corpo, objeto da procriação, ou seja: uma
mente feminina num corpo masculino ou uma mente masculina num corpo feminino!
Até Centros LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) se constituem para cada dia aumentar a
distância entre os humanos que sempre se identificarão pela inteligência, pelo
amor universal e pela individualidade irrestrita. Ninguém está, todos nós somos
como gerados!
domingo, 5 de outubro de 2014
A VAIDADE VERSUS A POSTURA
Voltando
aos meus trinta anos, ensinando na UFPE a cadeira de Física, recordo de uma
manhã quando, no início da minha preleção, entrou na sala de aula um rapaz, de
camisa aberta ao peito, pés com “havaianas” (não tão famosas como hoje),
vestindo um calção curto com aberturas laterais, que, de forma natural, pegou
três cronômetros que estavam sobre o armário de materiais didáticos. Sem
compreender a atitude daquele jovem perguntei de forma discreta: – para onde
vai com os cronômetros? E o intruso respondeu: “vou dar aula na sala ao lado”!
Está bem, respondi.
Esse
fato me causou espécie pelos trajes que vestia o professor. Apesar de sabermos
que “o hábito não faz o monge”, digo: mas ajuda. A forma de se apresentar em
cada evento deve sempre demonstrar para os participantes que você se valoriza e
ainda que tem atenção para com os convivas, mostrando-se bem cuidado. Não
esqueça que ninguém ama a decadência! Isso não é vaidade, mas postura. O
respeito cidadão.
Certa
vez um engenheiro que era síndico do edifício no qual morava chama a atenção de
um funcionário que o chamou de Sr. Paulo dizendo que ele devia chamá-lo de Dr. Paulo. No próximo encontro o
esquecimento do título custou a demissão do colaborador. Conheço professores que não admitem seus alunos,
nos dias de hoje, usarem trajes populares com chinelos ou equivalentes nos
horários de aula. Ainda, professores exigindo seu título como prenome,
expurgando a grande rubrica de professor.
“Eu sou um mestre (ou livre
docente, cientista, doutor, etc.), não
sou apenas professor”! Esses “Dr. Paulo”, “professores” e “mestre” são bastante vaidosos. Título: PROFESSOR, é
o bastante e tudo, não pode jamais ser superado!
Como
resultado desses comentários, aprendemos que a postura é uma forma de se
diferenciar do comum e popular. Não é exigindo comportamento das pessoas de
forma inadequada a elas que conseguiremos nos impor dentro dos nossos poderes e
saberes. Aí está o velho adágio “o hábito não faz o monge”, muitas vezes as
condições culturais ou financeiras não permitem ao “faltoso” a postura ideal
para ocorrer de forma esperada. Portanto, zero para a vaidade!
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
PRESENTE: SINÔNIMO DE GESTO AFETIVO
Já se
foram os tempos em que, quando se viajava, era quase uma obrigação trazer uma
lembrancinha para seus familiares e amigos que ficavam ausentes e saudosos
durante aquele período de carência. Devemos lembrar que antigamente pouco se
viajava e quando essa viagem acontecia era para negócios e raramente para
férias. Essas viagens de recreio alongavam-se durante semanas e, desta forma
aludida, a ausência era sentida de forma maior não só pela raridade do evento,
como também pelo tempo fora dos seus.
Naturalmente o querer suprir os dias
distantes fazia com que os viajantes trouxessem presentes como a prova de não
ter esquecido seus entes queridos, demonstrando com os mesmos a lembrança
deles; daí o nome adotado para os presentes: “lembrancinhas” ou simplesmente
“lembranças”. Acrescente-se ainda que essas viagens eram mais possíveis para as
pessoas mais abastadas que se viam, então,
na obrigação de consolar os “ficantes”.
Hoje em dia, só não viaja quem não
quer. As passagens têm descontos e são parcelados os seus pagamentos. São,
ainda, mais frequentes e curtas, e, com o corre-corre da vida, tornam-se quase
imperceptíveis. O pequeno período de viagem não dá chance à compra das
lembrancinhas e, sendo assim, cada dia mais essa moda vai entrando em desuso.
Levar ao aeroporto e ir buscar
quando do regresso tornaram-se tarefas pouco comuns na época atual. Não só os
aeroportos estão cada vez mais distantes, como também o viajar tornou-se um
evento corriqueiro. Assim, a cada dia que passa, os bons gestos estão sendo
substituídos pelos presentes. Quando uma nova amizade surge, a falta de
intimidade não permite gestos mais carinhosos para não serem confundidos com
libertinagens ou falsas intenções. Desta forma, a demonstração do afeto ou
atenção especial é traduzida por um presente, em dia comum a troca de
lembranças, tal qual Páscoa, Natal ou aniversário. Para evitar más
interpretações, esses presentes devem ser de pouco valor pecuniário, para que
se fique a ideia de prenda ou afeto. Apesar do modismo de não se dar presentes,
esses sempre terão lugar à medida que se quer demonstrar o querer bem.
Presentear com flores ou frutas, apesar de efêmeras, sempre demonstrarão o
carinho que se tem por alguma pessoa.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
FACULDADE ESUDA: 40 ANOS CONSTRUÍDOS EM 48
Quarenta e oito anos atrás,
surgia, em uma sala de 52m2 , no Edifício Santo Albino,
no primeiro andar, um cursinho pré-vestibular que se chamaria ESUDA – Espírito
Santo Uniu Dois Amigos – Wilson e Pedro. Os 80 alunos, divididos entre os
horários da tarde e da noite, foram
os verdadeiros precursores desta grande família.
Foram oito anos de vivência com o
então chamado ensino secundário que nos prepararam para
a criação de uma faculdade capaz de corrigir as falhas trazidas pelos
estudantes do ensino médio até os bancos do ensino
superior. Selecionando através do vestibular e complementando os conhecimentos,
para dar fim às carências existentes nos alunos, conseguimos,
através dos tempos, ter uma comunidade acadêmica quase
perfeita, constituída pelos nossos alunos, professores e funcionários.
Uma equipe que, em harmonia,
convive conosco com o mesmo espírito de solidariedade,
credibilidade e dedicação que faz a Faculdade ESUDA seguir
vitoriosa e em constante crescimento, chegando a
mais de 10% ao ano, enquanto que outras instituições não
alcançam nem a metade desse feito.
Apesar das dificuldades, tão comuns
nas pequenas instituições de ensino,
atravessamos cada semestre com excelência,
porque não trabalhamos sozinhos. Contamos, a cada novo despertar,
com a colaboração dos nossos alunos na divulgação dos
nossos programas vitoriosos do “aprenda fazendo”; esse fazer constante
no projeto pedagógico aponta para a prática do aprendizado teórico através de
“jogos”, “TEAL”, clínicas-escola e
laboratórios de construção civil e de informática. Ainda faz parte de cada
amanhecer, o investimento dos nossos professores que,
de forma incansável, sem medir tempo, dedicam-se a tirar dúvidas dos
nossos alunos, transformando essa casa num grande lugar de consultas nas
diversas áreas do conhecimento humano.
Isso inclui não apenas as
necessidades objetivas, como também as subjetivas, extraindo o conhecimento e a
dedicação de todos os nossos mestres para compor os aspectos econômicos
e administrativos que são contabilizados nos conhecimentos
formalizados nos nossos cursos da área de negócios. Buscando a melhor forma de
entender o como acolher os ensaios da natureza que afetam o nosso morar, assim
como direcioná-los para o belo e bom habitar, o
curso de Arquitetura e Urbanismo
se ergue com lugar de destaque em todo o nordeste. A busca pela compreensão dos
nossos companheiros e de nós mesmos, é cortejada pelo curso de Psicologia,
já famoso em nossa cidade, fortificando o nosso pensar e criando o “locus”
para as nossas angústias sem fim de nossa finitude,.
Assim, sentimos que esses 40 anos, que transcorreram desde a autorização do
funcionamento da FCHE, passaram muito rápido para a evolução que conseguimos.
Hoje com mais de sete mil alunos, que frequentam nossos cursos superiores e nossas
pós-graduações, presenciais e a distância, desde a cidade de Palmares até
Recife, fazendo escala em Caruaru.
Na ESUDA o complexo educar vai além
das aulas tradicionais. O próprio campus de forma diferenciada dar lugar a uma
convivência quase mágica entre todos que compõem esse objetivo maior: preparar
pessoas para o mercado de trabalho não só com o conhecimento técnico,
mas, e acima de tudo, com a singeleza que contempla
a cidadania. Diretores, coordenadores, gestores e professores estão presentes
em cada esquina do campus, tornando o ambiente acadêmico
um local maduro para trocas de conhecimento e relaxamento.
Os recintos fechados,
presentes no local, incluem laboratórios, salas de aula, ateliers,
salas para professores, salas para acompanhamento de projetos, auditórios,
bibliotecas, secretarias, tesouraria, e outras salas administrativas tão
necessárias ao bom desenvolvimento de funções específicas.
A área aberta, toda
disciplinada e cuidada, inclui Wi-Fi, locais para estudo,
exposição de materiais e trabalhos pedagógicos, cantinas,
lanchonetes e reprografia.
Como setores de apoio,
compõem o campus: Clínica de
Psicologia, Núcleo de Acessibilidade Esuda, Laboratório Vivo de Arquitetura.
Temos ainda, projetos acadêmicos tais como: Grupo Esuda de
Interlocução Acadêmica, Semana Esuda de Trabalhos Acadêmicos, Núcleo Docente
Estruturante, Comissão Própria de Avaliação, Projeto Incubadora e outros.
Assinar:
Postagens (Atom)





