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INDEPENDENTE DE TER

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

SÍMBOLO E SINAL



As informações que chegam a uma criança por volta dos três anos são caracterizadas pelo concretismo. Isto significa que: quem recebe o nome de mãe é apenas a sua mãe; o trem é algo grande e a formiga é algo pequeno, sendo assim os nomes dessas coisas deveriam ser invertidos; e assim poderíamos citar diversos exemplos. O concretismo chega ao adulto na confusão entre símbolos e sinais, e isso pode causar graves consequências.
O símbolo é a representação de um fato, de um conhecimento pouco palpável ou de uma informação que depende de muitas explicações, válidas na atualidade. Dessa forma, entendemos que um símbolo deve ser renovado a cada momento que evoluímos no conhecimento do simbolizado.
Na verdade, o símbolo acontece como algo tão forte que associamos a ele o representado. Uma onda é simbolizada por uma senóide e como a forma dessa função lembra uma onda na água pensamos que a representação é a própria onda.
SENÓIDE
Quando o símbolo representa uma informação não científica ele pode sobreviver por mais tempo. Os semáforos com suas cores representativas de siga, atenção e pare, podem ser usados por muito tempo, assim como aqueles símbolos de trânsito utilizados nas cidades e estradas. A própria pintura da faixa de pedestre é um símbolo.
O sinal não é uma representação, mas sim um elemento que caracteriza um dado evento ou a proximidade do mesmo. “Onde há fumaça, há fogo”, fumaça de combustão, é considerada um sinal de fogo. É o concretismo absoluto.
O sangue é o sinal de ferimento. O alarme tocando é sinal de invasão, quando ele é fabricado com boa qualidade. Impressionante é que os fabricantes de alarmes não sabem que seu produto não é um símbolo, mas sim, um sinal. Isso deveria fazer com que esses equipamentos fossem mais perfeitos, e não disparassem sem motivos.
Dissemos que a faixa de pedestre é um símbolo dos pedestres atravessando, o pedestre é o sinal.
Como esses exemplos dos parágrafos anteriores, poderíamos citar diversos.
Qual então é o perigo da confusão entre símbolo e sinal?
Normalmente a maioria dos fatos que nos assusta são símbolos e não sinal de alguma coisa. Um ruído na madrugada pode ser um rato e não um invasor humano, às vezes, sacamos uma arma em vão, por medo do invasor e causamos danos, quando se tratava apenas de um símbolo da presença de alguém e não um sinal. Uma imitação de cobra (um símbolo) que cai do teto pode levar uma pessoa a um infarto.
Tecnicamente um modelo ou símbolo superado pode ensejar conclusões científicas completamente errôneas. Daí todo cuidado com os conhecimentos de fronteira, pois bastam as complicações quando se confunde símbolo com sinal.

7 comentários:

  1. cara arrombado do caralho vai tomar no cu e fala mais simples porra!!!

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    1. O texto despertou a sua consciência de ser! Que bom!
      Wilsonmar

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  2. seu fudido arrombado eu quero e simbolos e sinais

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  3. Para a queles que entenderam como eu o seu texto é super bom

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  4. Para a queles que entenderam como eu o seu texto é super bom

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