FELIZ NATAL

******** O CÉREBRO NÃO ENVELHECE *******

E naquele corpo já cansado pelo tempo ainda reside aquele ser

Pelo qual tanta gente se apaixonou.

Atrás daqueles olhos já quebrados pelas visões estonteantes que as décadas os fizeram ver,

Ainda existe aquela mente brilhante e apaixonada como aos dezoitos anos!

Ao lado das orelhas já cabeludas de tanto escutar mensagens de todas as falas

Ainda existe um cérebro cheio de ideias que poderão mudar o rumo do Planeta!

Além do céu daquela boca que já contou tantas histórias e tantos beijos provou,

Ainda existe uma mente cheia de esperanças, vitórias e conquistas!

No final daquelas narinas que tantos perfumes já sentiu e que tantos cheiros doou,

Ainda existe um cérebro ansioso pelo progresso e modernidade do presente!

Além daquele corpo que tanto vibrou, pulou e encantou no passado,

Ainda existe uma mente jovem cheia de esperanças e amor

Para dar a qualquer um mais ou menos do que tu!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

SÍMBOLO E SINAL



As informações que chegam a uma criança por volta dos três anos são caracterizadas pelo concretismo. Isto significa que: quem recebe o nome de mãe é apenas a sua mãe; o trem é algo grande e a formiga é algo pequeno, sendo assim os nomes dessas coisas deveriam ser invertidos; e assim poderíamos citar diversos exemplos. O concretismo chega ao adulto na confusão entre símbolos e sinais, e isso pode causar graves consequências.
O símbolo é a representação de um fato, de um conhecimento pouco palpável ou de uma informação que depende de muitas explicações, válidas na atualidade. Dessa forma, entendemos que um símbolo deve ser renovado a cada momento que evoluímos no conhecimento do simbolizado.
Na verdade, o símbolo acontece como algo tão forte que associamos a ele o representado. Uma onda é simbolizada por uma senóide e como a forma dessa função lembra uma onda na água pensamos que a representação é a própria onda.
SENÓIDE
Quando o símbolo representa uma informação não científica ele pode sobreviver por mais tempo. Os semáforos com suas cores representativas de siga, atenção e pare, podem ser usados por muito tempo, assim como aqueles símbolos de trânsito utilizados nas cidades e estradas. A própria pintura da faixa de pedestre é um símbolo.
O sinal não é uma representação, mas sim um elemento que caracteriza um dado evento ou a proximidade do mesmo. “Onde há fumaça, há fogo”, fumaça de combustão, é considerada um sinal de fogo. É o concretismo absoluto.
O sangue é o sinal de ferimento. O alarme tocando é sinal de invasão, quando ele é fabricado com boa qualidade. Impressionante é que os fabricantes de alarmes não sabem que seu produto não é um símbolo, mas sim, um sinal. Isso deveria fazer com que esses equipamentos fossem mais perfeitos, e não disparassem sem motivos.
Dissemos que a faixa de pedestre é um símbolo dos pedestres atravessando, o pedestre é o sinal.
Como esses exemplos dos parágrafos anteriores, poderíamos citar diversos.
Qual então é o perigo da confusão entre símbolo e sinal?
Normalmente a maioria dos fatos que nos assusta são símbolos e não sinal de alguma coisa. Um ruído na madrugada pode ser um rato e não um invasor humano, às vezes, sacamos uma arma em vão, por medo do invasor e causamos danos, quando se tratava apenas de um símbolo da presença de alguém e não um sinal. Uma imitação de cobra (um símbolo) que cai do teto pode levar uma pessoa a um infarto.
Tecnicamente um modelo ou símbolo superado pode ensejar conclusões científicas completamente errôneas. Daí todo cuidado com os conhecimentos de fronteira, pois bastam as complicações quando se confunde símbolo com sinal.

4 comentários:

  1. cara arrombado do caralho vai tomar no cu e fala mais simples porra!!!

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    1. O texto despertou a sua consciência de ser! Que bom!
      Wilsonmar

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  2. seu fudido arrombado eu quero e simbolos e sinais

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